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Nerds? Jogadores são na verdade mais sociais e bem-sucedidos do que não gamers, segundo pesquisa

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Natasha Romanzoti para Agência São Joaquim Online

Se você tivesse que descrever um gamer (uma pessoa que joga games com frequência), provavelmente diria “nerd”, não?

Essa noção de que os jogadores frequentes são jovens adultos tímidos e fracassados foi contrariada pelos resultados de um novo estudo, encomendado pela plataforma de games Twitch e conduzido pela consultora LifeCourse Associates, do reconhecido pesquisador social Neil Howe.

A pesquisa sugere que os jogadores na verdade tendem a ser mais sociais, mais bem-sucedidos e mais educados do que a população que não joga games com frequência.

“Decidimos encomendar o estudo porque a comunidade de jogadores em nosso site – cerca de 45 milhões de visitantes únicos por mês – claramente não é um reflexo do velho estereótipo do gamer”, disse Matt DiPietro, vice-presidente de marketing da Twitch.

A pesquisa envolveu 1.000 pessoas online, e uma pessoa foi considerada uma jogadora se tivesse jogado um jogo em um dispositivo digital nos últimos 60 dias – 63% dos entrevistados caíram nessa definição.

Os resultados mostraram que os jogadores são mais propensos a viver com outras pessoas (família, amigos ou cônjuge) e a concordar com a afirmação “Meus amigos são a coisa mais importante na minha vida” do que os não jogadores (57% dos jogadores concordaram, versus 35% dos não jogadores).

Cerca de 42% dos jogadores eram empregados em tempo integral, em comparação com 39% dos não jogadores.

A pesquisa ainda revelou que existe praticamente o mesmo número de homens e mulheres no universo jogador. 48% das pessoas do estudo disseram ser do sexo feminino, e dados da década passada pesquisados pela Entertainment Software Association concluíam que 40% dos jogadores eram mulheres, o que significa que houve um aumento de 8% de mulheres entre os gamers nos últimos anos.

O estudo também examinou os hábitos de mídia dos jogadores, mostrando que eles passam muito tempo em seus dispositivos eletrônicos e em mídias. No entanto, são mais propensos a assistir vídeos em serviços pagos como Netflix ou Hulu.

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