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Luiz Henrique volta a defender mudanças urgentes para o país

Por Artur Hugen

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Luiz Henrique volta a defender mudanças urgentes para o país

O senador Luiz Henrique (PMDB-SC) voltou a apelar e a defender, em discurso nesta quarta-feira (11), mudanças urgentes nas regras eleitorais e na condução do país. Para o senador, o Brasil foi tomado pelo conservadorismo e por interesses particulares, precisando reagir para resgatar a prioridade no coletivo, e nas mudanças urgentes que a Nação clama.

– O poder no Brasil foi contaminado pela resistência às mudanças. É preciso acabar com o medo de mudar. Temos que agir logo, a nação tem pressa e o povo clama por reformas urgentes e improrrogáveis – afirmou.

O parlamentar conclamou o Congresso a promover o que considera mudanças essenciais para reverter clima de desânimo e descrença que toma conta da população e que vem “transbordando nas redes sociais”.

Entre dez tarefas inadiáveis, (ver final da matéria), Luiz Henrique reafirmou sua proposta de pacto federativo, para descentralizar a gestão e ampliar a autonomia de estados e municípios. Ao observar que dois terços da arrecadação tributária estão concentrados na União, ele afirmou que os demais entre federativos estão imobilizados e endividados, “à beira de um colapso”.

Luiz Henrique quer com essas medidas, resgatar a credibilidade e reverter a crise no país.

– A reforma política transformou-se na miragem nacional, no meio de um deserto de iniciativa e decisão.Tomemos logo essas medidas.O povo brasileiro clama por reformas urgentes e improrrogáveis. Nos mandou a este Congresso para fazê-las! Já falhamos nessa missão com os nossos filhos. Não podemos falhar com os nossos netos – declarou de maneira enfática.

Por fim, o senador numerou dez tarefas urgentes para serem votadas no Congresso Nacional:

1. Urgente pacto federativo, que descentralize a gestão governamental e dê autonomia política, financeira e administrativa a Estados e Municípios.

2. Fim da cumplicidade condenável entre empresas e governo, com proibição do financiamento empresarial das campanhas políticas.

3.  Financiamento privado limitado a pessoas físicas até o limite individual de três salários mínimos.

4.  Propaganda eleitoral em programas ao vivo, sem a maquiagem da pré-gravação.

5.  Fim dos comerciais, que transformam os candidatos em produtos de consumo.

6.  Redução do número de partidos, pondo fim às legendas de aluguel, à coligação nas eleições proporcionais e à soma de horários de rádio e TV.

7.  Voto nos Partidos, nas eleições para vereador e deputados.

8.  Mandatos de seis anos e coincidência geral dos pleitos, a cada seis anos.

9.  Fim da reeleição, em todos os níveis.

10. Voto distrital Misto.

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