Política

Dresch pede abertura de diálogo e defende agricultores afetados pela greve dos caminhoneiros

Dresch

Assessoria de Imprensa para Agência São Joaquim Online

O deputado estadual Dirceu Dresch (PT) ocupou a tribuna do Legislativo para manifestar preocupação com os prejuízos que a mobilização dos caminhoneiros já está causando aos agricultores familiares e às agroindústrias catarinenses. O parlamentar, junto com a bancada do Partido dos Trabalhadores, apresentou moção solicitando a abertura imediata do processo de  negociação do movimento dos caminhoneiros  com os governos federal e estadual. O deputado também manteve contato com a equipe do  ministro da Casa Civil, Aloísio Mercadante, para tratar das ações do governo.

“É justo e meritório que o movimento dos caminhoneiros apresente sua pauta e suas reivindicações, por isso eles têm o nosso apoio. Mas esse movimento não pode prejudicar o agricultor familiar, como é o caso dos produtores do leite, que já estão atravessando uma crise. É preciso o bom senso para que os caminhões que fazem a coleta do leite, a distribuição de ração, transporte de animais e alimentos circulem normalmente, sob pena de perdas econômicas irreparáveis”, afirmou Dresch.

Governo do estado não pode ficar omisso

O deputado cobrou a responsabilidade do governo do estado em pontos da pauta de reivindicação dos caminhoneiros. Lembrou que “17% do preço do diesel é ICMS, de  responsabilidade do governo estadual”. Além disso, a ampla maioria das rodovias estaduais está em situação muito ruim, esburacadas e sem manutenção, o que causa prejuízos aos caminhoneiros.

Politização e aumento abusivo

O deputado também criticou o uso político do movimento e o aumento abusivo dos combustíveis. “Radicalizar e politizar o movimento não é o caminho. Postos de combustíveis aplicaram aumentos muito superiores aos autorizados pelo governo. Os órgãos de fiscalização precisam atuar com firmeza contra esses empresários que estão se aproveitando da situação e majorando os preços. O mesmo podemos dizer do frete, que é ditado pelas grandes empresas e não pelo governo”, criticou Dresch.

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