PT assume temporariamente o comando de São Joaquim

wpid-20130809_115226O Partido dos Trabalhadores de São Joaquim assumiu temporáriamente a administração municipal.  Com Uladmir Demessino (prefeito em exercício), Tulio Matos (presidente da Câmara de vereadores) e Cau Bolzani (Secretário de Agricultura), (foto), o partido tem a responsabilidade de dar continuidade aos trabalhos e projetos.

A sigla conseguiu e tem projetos em andamento na esfera federal para melhorar a qualidade de vida da população e manter a parceria atual na esfera municipal até 2016.

Qualidade e manutenção das estradas para escoar a maçã, acesso de turistas e moradores estão entre as prioridades do início deste ano.

 

 

‘Rodovia do Gado’, na Coxilha Rica, terá pavimentação em tempo recorde.

Gado rodGovernador Raimundo Colombo (PSD) construirá uma rodovia estadual que permeia suas fazendas em Lages, e de mais alguns fazendeiros em um trecho inicial de 27 quilômetros, de um total de 45, mais três pontes, com apenas DOIS anos para conclusão da primeira fase.

A Rodovia Caminhos da Neve, tem mais de 18 anos de história, e foi asfaltado apenas nove quilômetros; a recuperação da SC 114, Painel – São Joaquim, que é só recuperação, se estende por TRÊS anos.

Conforme texto da assessoria de imprensa do governador, na coxilha,“a primeira etapa, de R$ 4,3 milhões, consiste na construção de três novas pontes sobre os rios Sanga Tatetos, Pelotinhas e Arroio Penteado. Para estes serviços, o secretário do Desenvolvimento Regional de Lages, João Alberto Duarte, prevê que o edital de licitação seja lançado ainda em fevereiro, com os trabalhos iniciando cerca de dois meses depois e previsão de término em um ano.

Paralelamente, será lançado o edital para implantação e pavimentação da rodovia num trecho de 27 quilômetros partindo da BR-116, na localidade de Vigia. Esta parte custará R$ 46,7 milhões e deve ficar pronta em dois anos”.

Como canta Zé Ramalho – Povo marcado. Povo feliz!

Maçã transgênica é comercializada nos EUA e causa polêmica

111 maçãO Departamento de Agricultura dos EUA aprovou na última sexta-feira a primeira maçã geneticamente modificada para venda nos país, reacendendo o debate sobre a segurança dos alimentos modificados, se os produtos devem conter rótulos obrigatórios.

A maçã Ártico, projetado pela empresa canadense especializada Okanagan Fruits Inc, resiste ao escurecimento quando cortado em pedaços ou fatias, uma característica que o torna útil para restaurantes, mercearias, companhias aéreas e outras empresas que oferecem pré-fruta cortada, disse o co-fundador da Okanagan, Neal Carter 

“Tecnologia é a prioridade para chegar a mais consumidores”, disse ele. A empresa planeja comercializar duas variedades, a Granny Ártico e Arctic dourado, novas versões do Granny Smith e Golden Delicious.


O Departamento de Agricultura, que anunciou a aprovação sexta-feira, disse que foi dada a luz verde a maçã, porque não representam um risco para outras plantas ou produtos agrícolas. A Food and Drug Administration é responsável por garantir a maçã e afirma que é seguro para comer, mas sua avaliação é voluntária e sua aprovação não é necessária para que a empresa avançar.


O FDA (Departamento Agrícola) ainda está analisando a maçã, disse um porta-voz da agência.
Enquanto as culturas geneticamente modificadas foram cultivadas nos EUA desde a década de 1990, a maçã do Ártico é um dos poucos alimentos geneticamente modificados a apelar diretamente aos consumidores.

Em novembro, o Departamento de Agricultura aprovou uma batata modificada.
Atualmente, as culturas mais comumente modificadas, como milho e soja, são modificados para o benefício dos agricultores por resistir herbicidas e pesticidas.


Não-escurecimento traço do maçã Ártico funciona desligando uma enzima que inicia o processo de escurecimento. Mr. Carter disse que espera que a maçã Ártico pode expandir o mercado de maçãs nas mesmas minicenouras maneira gerados rápido crescimento na indústria de cenoura. O novo Apple, que resiste contusões, poderia também reduzir os resíduos para os agricultores e embaladores, de acordo com Okanagan.

Agricultores da Apple estão preocupados, no entanto, que a maçã Arctic vai assustar os consumidores que não conseguem distinguir entre variedades modificadas e cultivados convencionalmente. Vários deles pediram ao Departamento de Agricultura de rejeitar o pedido de aprovação.


“Estou muito decepcionado com o USDA”, disse Jim Baird, dono de uma fazenda de maçã 250 hectares no estado de Washington. “Eles estão aprovando esta à luz de tal preocupação esmagadora e desaprovação em relação aos produtos geneticamente modificados

Consumidores e grupos ambientais disse que a Apple poderia apresentar riscos desconhecidos para a saúde humana.
“Não há lugar em os EUA ou o mercado mundial de maçãs geneticamente modificados”, disse Lisa Archer, diretor da organização ambientalista Amigos da Terra. “Os agricultores não querem crescer, as empresas de alimentos não quer vendê-lo e os consumidores não querem comê-lo.”
No tempo que vai demorar para que os agricultores cultivem as maçãs do Ártico “, os consumidores têm tempo para ficar informado e decidir se eles querem comprá-los”, disse Wendy Brannen, porta-voz para o Apple Association dos EUA.


Uma recente pesquisa do Pew Research Center mostrou que a comida, enquanto 88% dos cientistas acham que geneticamente modificados são seguros para comer, apenas 37% do público em geral acredito que sim.


Okanagan disse que pretende anexar um logotipo do floco de neve de suas maçãs do Ártico, para distingui-los de outras variedades. A FDA poderia exigir da empresa a revelar que a fruta tem um traço não-escurecimento ou foi geneticamente modificada.
Um debate está aumentando sobre se os alimentos geneticamente modificados devem ser rotulados. Embora a FDA não exigiu uma empresa de alimentos para fazer isso, grupos de consumidores estão cada vez mais exortando os legisladores estaduais e nacionais para aprovar leis para mudar isso.


No início desta semana, os democratas na Câmara e Senado propôs contas dirigem a FDA a exigir rótulos de alimentos geneticamente modificados. Os republicanos são propensos a apoiar medidas que tornem rotulagem voluntária e impede os Estados de passar as suas próprias medidas concorrentes.
Os eleitores em pelo menos quatro estados, incluindo Oregon e Colorado, mais recentemente, rejeitou as medidas eleitorais para exigir empresas de alimentos a rotular produtos geneticamente modificados vendidos em seus estados. Vermont é o único estado a aprovar tal lei, e sua medida está sendo discutida judicialmente.
Tendo garantido a aprovação do USDA, Okanagan diz até 70.000 de suas árvores poderiam ser plantadas em 2016, com a fruta disponível para os consumidores resultante já em 2017. Mas vai levar vários anos para que haja uma produção significativa.


Okanagan está aguardando aprovação para sua maçã no Canadá e quer obter a aprovação para crescer sua maçã no México, também.
A batata aprovado no ano passado pelo USDA, chamado de inato, foi criado pelo fabricante francês-fry JR Simplot Co. Ele é projetado para reduzir hematomas e oferecem benefícios potenciais para a saúde através da produção de níveis mais baixos de uma substância cancerígena que se forma em batatas e outros alimentos ricos em amido quando eles são cozidos a altas temperaturas.
O FDA ainda está analisando a batata, disse o porta-voz JR Simplot Doug Cole.
Escreva para Tennille Tracy em tennille.tracy@wsj.com

O sagrado, o profano e as intrigas nas construções das igrejas de São Joaquim

Igrejinha SJ 2 Capelinha de madeira, escravos angolanos, colonizadores, políticos e os cerca de 150 anos de história da construção e demolição das igrejas de São Joaquim ainda revelam fatos esquecidos. Fé, descrença, trabalho braçal, intrigas e tempo, muito tempo para ver tudo pronto.

A história começou onde está hoje o Centro de Informações Turísticas de São Joaquim, era o local onde foi erguida a primeira capela da cidade, ao seu lado, um cemitério. Na capelinha não havia imagens, somente algumas pinturas e cabiam poucos católicos no interior que a frequentavam aos domingos. Foi construída pelos primeiros habitantes da localidade e os moradores das fazendas próximas que vinham a cavalo ou a pé.

Anos depois, ao lado esquerdo dela, em 1873, uma outra obra foi iniciada por Manoel Joaquim Pinto, e próximo dali a casa de escravos, bem ao centro da hoje praça Cesário Amarante. A igreja custou um conto e quinhentos mil réis e o valor foi dividido entre os fazendeiros da região.

Difícil acreditar nos dias de hoje, o que era normal para a época, mas enquanto o Padre João Pedro Lucrécio construía a pequena igreja com os escravos de Manoel Joaquim Pinto, do outro lado da praça, chefiados por Pae João – escravo e mestre de obra vindo da Angola e comprado pelo nosso fundador, construíam a própria casa onde seriam mantidos reféns. Essas casas eram feitas de estuque – estruturas de madeira e cobertas de macega.

Joaquim da Silva Mattos, que planejou as principais ruas da cidade, construiu depois por iniciativa também Joaquim Pinto, uma terceira capela,chamada igrejinha – e deixou o espaço bem em frente a praça onde hoje é a praça João Ribeiro para a construção da quarta.

Aí, em 1918, a nova igreja se erguia, a planta foi feita em Florianópolis em 1917 (livro tombo nº1 página 24). Quem iniciou a construção foi o padre João Terneiro (João Casale). O apelido vem da campanha que o padre fez entre os fazendeiros da região para arrecadar fundos para a construção da pequena igreja.

Igrejinha SJBurle Marx, o famoso paisagista que projetou jardins em Brasília e no mundo também faz parte da história de São Joaquim. Na igreja velha havia algumas pinturas, talvez feitas pelo então pintor que havia passado por São Joaquim ainda muito jovem. No arquivo da igreja, existe um livro caixa da paróquia onde estão registrados pagamentos ao então pintor. * A informação coincide com dados do Wikipédia, Burle Marx freqüentou a Escola Nacional de Belas Artes no Rio entre 1930 e 34, depois que voltou da Europa, morou e viajou pelo Brasil. Tinha 20 e poucos anos.

Essa igreja foi demolida em 1954, quando estava pronta a atual igreja.

A IGREJA ATUAL

De 1921 até 1935 nada foi encontrado na gestão do padre Ernesto Schultz (1921-1935) para a construção de um nova igreja, então, o Padre João Baptista Viecelli arregaçou as mangas e no dia nove de janeiro de 1935 quando assumiu o cargo de vigário e começou a nova Igreja Matriz.

Um conselho foi formado, arrecadaram fundos, e, com uma planta assinada pelo arquiteto Luiz Muraro, que morava em Lages nos anos 1930, deu-se início a construção da atual.

A obra teve início, mas sem previsão para sua conclusão. Os idealizadores tinham um sonho, mas sequer sabiam se iria se realizar. Padre Viecelli sonhou, rezou e lutou por longos 27 anos para ver sua obra pronta. Mas em 1957 foi para Palhoça (SC), talvez por uma decisão da igreja, talvez por desgosto. Somente na gestão do Padre Blévio Oselame, que teria auxiliado no término da construção pelo padre redentorista e missionário José Valdemar, que veio para cá com esse objetivo do Bispo Diocesano de Lages Dom Daniel Hostim, o sonho terminou.

Principal cartão postal da cidade foi construído em ‘pedra ferro’, basalto. Foi erguida com doações, dinheiro de quermesses, festas religiosas. A construção das torres foi interrompida, seriam mais altas, e nunca ficaram como no projeto original.

A planta da atual Matriz teria sido feita pelo Padre Rau, um Padre alemão que havia recentemente chegado ao Brasil. Padre João teria mostrado um em um livro italiano a igreja que desejava construir, única do gênero no Brasil. Baseado nesta planta o Padre Rau executou a planta solicitada pelo Padre Viecelli. Rau, por ser estrangeiro sem documentação regularizada, não podia assinar a planta, o que foi feito pelo arquiteto Luiz Muraro.

ADÃO e EVA

Talvez a única igreja no Brasil que possui imagens de Adão e Eva nus no paraíso está em São Joaquim. Eva, Adão, cercados por tigres, leões, macacos, preguiças, veados e uma cobra com uma maçã na boca representando a tentação.

Igrejinha 4Foi Alfredo Machien o escultor que uniu o sagrado com o ‘profano’. Ele foi trazido pelo construtor Marcelo Brandardi. O material usado na construção das estátuas é segredo até hoje, sequer sofrem a ação do tempo. Diziam que um dos materiais misturados era açúcar mascavo (açucar grosso).

CONSTRUÇÃO

Foram feitos andaimes de madeira e as pedras erguidas através deles com padiolas e talhas, espécie de elevadores, puxados com cordas e arames. As pedras vieram dos arredores da cidade como o Morro Santa Cruz, Morro da Capela do Senhor dos Passos e, a maioria delas, de uma pedreira de propriedade de Antônio Córdova. Daquele local também veio parte da areia e água usada na construção. As pedras foram levadas por ‘zorras’ até o local da obras, espécie de carros de boi sem rodas e em carros de boi tradicionais. Isto depois de trabalhadas com ponteiras de aço, vindas já prontas para serem colocadas na obra, sobrepostas sem argamassa. A madeira usada era das terras do senhor Vergílio Borges e levadas por carretões. Vários voluntários trabalhavam na obra

ANTES, MAIS PROBLEMAS

O Alicerce. Começou tudo errado, o padre jesuíta e arquiteto Jorge York, vindo de Florianópolis, e um certo Padre João, Orleans disseram que parte da obra erguida deveria vir abaixo. Travou-se uma batalha na cidade, Padre João Viecelli não aceitava, nem a população – mas o então prefeito Hercílio Vieira, convencido que deveria ser demolido, disse que embargaria a obra. Então, Enedino Ribeiro, deputado joaquinense, subiu na igreja, e com discurso inflamado, convenceu a todos da demolição.

No recomeço, estava o mestre de obras João Daniel e Arcanjo Remoir, depois os irmãos De Bettio: Primo, Porfírio, Pérides e Amálio. Eles chegaram em São Joaquim em 1936. Depois vieram Guido Tasca e José Castanha, o último empreiteiro.

OS SINOS

O maior deles veio da Alemanha pelo padre Ernesto Schultz doado pela irmandade do Sagrado Coração de Jesus. Foram necessários vinte juntas de bois carreiro usadas alternadamente para trazer o sino, passaram pela Serra do Rio do Rastro, quando ainda era uma pequena trilha (picada). O sino foi batizado no dia 26 de dezembro de 1926, e estava ainda na igreja antiga.

MAIS

Uma marquise em frente a porta principal prevista na planta original não foi executada. Ela teria pilares em pedra e cobertura em chapas de concreto.

(Esta matéria é um resumo da publicação de dez páginas de “Fragmentos da História de São Joaquim”. “Igreja Matriz”. Pesquisada e divulgada por Joaquim Galete da Silva. Resultado de um trabalho que deve ter se estendido por meses. Foram entrevistadas 17 pessoas e consultados 42 arquivos entre atas, livros tombos e jornais. O estudo foi encontrado por Ciro Eduardo Cândido Silva e gentilmente cedido ao blog São Joaquim de Fato)

Cartaz da Festa da Maçã causa polêmica

festa maçãFesta da Maçã em Veranópolis (RS)  bate recordes de acessos no facebook. Uma ideia meio provinciana, mas que fez efeito na net.

A ideia partiu do publicitário Rodrigo Pelliccioli, responsável pela divulgação da festa. Ele disse que decidiu fugir do comum – rainha e princesas com trajes típicos, exibindo a fruta – e optou por cobri-las apenas com maçãs, aproveitando o slogan do evento.

“Foi uma escolha ousada, mas queríamos nos diferenciar, gerar repercussão. O cartaz só será lançado daqui a 15 dias, mas já está dando o que falar”, comemora.

A rainha, Vanessa Caglioni, está satisfeita com a polêmica e não considera a imagem sensual. “É super inovadora e não é vulgar, é artística. Até porque a vulgaridade está na mente das pessoas”.

Segundo ela, que atua como enfermeira, a repercussão tem sido mais positiva do que negativa.

Blog São Joaquim de Fato é censurado

10-censuraAssim como o São Joaquim on Line este blog foi censurado o acesso nos computadores de empresas do Estado. Corononelismo agora também na era digital. É pá acabá!

“Aqueles que não creem de verdade no valor da liberdade e da democracia sempre vão desconfiar da liberdade de expressão e dar um jeito de restringi-la. A liberdade de expressão e de informação é valor essencial, sem o qual a democracia e o progresso não se sustentam. Quando alguém chega ao governo, sempre tem razões para se queixar dos meios de comunicação. Ainda assim, é necessário ter sempre muito claro que a liberdade de expressão é fundamental. Ainda que ela incomode, é preciso querê-la, respeitá-la, protegê-la e nunca cair na tentação de pensar que os meios de comunicação estão equivocados e que o governo é o único a ter razão. Os governantes que caem nessa tentação entram pelo caminho do totalitarismo, e nós sabemos para onde ele conduz: para o desastre”.

Sebastián Piñera, presidente chileno, em 10/11/2010

‘Obras’ indignam população

calçadas 2A calçada da fama, ou má fama, tem novo episódio.

Depois de uma verdadeira vigília, um cerco, uma operação de guerra por cerca de muitos cidadãos joaquinenses na semana passada para discutir a má construção no início do projeto Acorde, com os engenheiros e políticos, agora começa tudo de novo.

O meio fio, que seria construído em pedra basalto, típica da região, foi ignorado. Começaram tudo de novo com erros ainda mais grosseiros. Destruiram o que era mal feito e estão fazendo de novo ainda pior.

A incapacidade de gerência já está dando nos nervos da população. Não existe um paessoa contente com os detinos do projeto. Só umas duas lá no palacete.

As respostas soam mais do que deboche.

A população agora se mobiliza novamente.

 

 

 

Sem comando, comunidade se une

Carro de boiAntes de terminar esta nota, talvez outra decisão ‘importante’ sobre São Joaquim esteja decidida, aí já fica as minhas desculpas por não conseguir apurar a tempo as ‘ordens’, ou os desmandos sobre o que se decide sobre a cidade.

Faz calçada, tira calçada, põe político, tira político – nem a água da chuva sabe mais pra onde correr, ficou empoçada na Marcos Batista, e agora tem buraco novo. Dizem que no caminho pro Rio Grande do Sul tem buraco esperando na fila pra achar espaço, aí tem buraco dentro dos panelões gigantes que se formaram.

Mas enquanto parte da classe política está desunida e desorientada, a comunidade começa a se unir cada vez mais. O resultado pode ser surpreendente.

 

 

 

Legnaghi na Prefeitura e Martorano na SDR

Secretários

 

Mycchel Legnaghi (Sem Partido), proprietário do portal São Joaquim on Line é o novo Secretário de Habitação da Prefeitura Municipal de São Joaquim. Ele assume no lugar de Emerson Oliveira (PT), que fez um trabalho exemplar nos dois anos que esteve na pasta, várias casas para população carente através do Minha Casa Minha Vida, reformas e investimento e assistência na população mais carente de São Joaquim. Um trabalho sem alarde, mas que transformou a vida de muitas famílias.

Mycchel, que conhece a realidade da população joaquinense como poucos, através de seu trabalho jornalístico e investigativo, assume a pasta com a mesma responsabilidade e o desafio de levar adiante projetos populares para mudar a realidade do cotidiano de centenas de joaquinenses.

Outro cargo é o do novo Secretário da SDR, Juliano Martorano (PMDB) assume no lugar de Solange Pagani, que no final do ano passado e início de 2015 passou por turbulências na direção do cargo de confiança. As SDR’s não terão mais, a partir deste ano, status de executora de obras, somente apresentarão projetos ao executivo – mas os mesmos salários serão mantidos.

Cabe ao novo Secretário, principalmente, conduzir o tão falado projeto Acorde da maneira como foi alardeado e de maneira transparente com diálogo com a comunidade. Assim como os Caminhos da Neve e outros projetos.

Serão cobrados.

Sucesso aos novos secretários!

 

 

Na base do grito

OGRITOÉ na base do grito. Faz tempo que o joaquinense não consegue as coisas que não dessa forma.

Os maiores gritos aconteceram há dois anos, buraqueira nas estradas, foram reivindicar e ninguém sabia de nada.

Aí o povo foi pra rua. Grito!

Atendimento no posto de saúde pífio, povo protestou na fila mesmo. Grito!

No hospital, não querem regionalizar… Grito!

Aí as estradas do interior em péssimo estado, várias manifestações…

A SC-114 naquela buraquera e ninguém dava conta, não sabiam nem onde conseguir o asfalto pra tapar os buracos…

Caminhos da Neve uma tragédia, 20 anos de promessas… Manifestação. Grito!

Calçadas do tão esperado Projeto Acorde: “Pro nível de São Joaquim tá bom”, aí não é mais grito, é surto!

Luta pelo preço da maçã. Grito!

Tiro, bala, faca, drogas rolando solto. E um ex-secretário de segurança dizia que a culpa era nossa, que não cuidamos bem de nossos filhos. Tá do mesmo jeito…

Protesto contra a violência.. “foram incidentes casuais…”, disseram

Mas, como canta Dante Ramon Ledesma em Grito dos Livres. Essa terra ainda tem dono”.