Previsão de neve em São Joaquim no sábado (4/7)

Ela vai voltar. Prepare a máquina fotográfica, lenha para o fogão e agasalho. Sente em frente a janela e espere. O espetáculo pode acontecer sábado, desde Caxias do Sul (RS) até São Joaquim.

É o que indica alguns modelos de previsão do tempo. A imagem abaixo é de um modelo de previsão americano – o frio será predominante e até bem forte em vários dias. Neve? “Começa a ter indicativo,certeza se vem ou não, só nos dados de quarta/quinta”, disse Ronaldo Coutinho no twitter. Mais informações na Climaterra.
Neve prev

São Joaquim em 218º lugar no índice estadual do Firjan

São Joaquim aparece em 218º lugar entre os 295 municípios de Santa Catarina no índice Firjan divulgado esta semana.

Índice FIRJAN de Desenvolvimento Municipal – é um estudo do Sistema FIRJAN que acompanha anualmente o desenvolvimento socioeconômico de todos os mais de 5 mil municípios brasileiros em três áreas de atuação: Emprego & renda, Educação e Saúde. Ele é composto por cinco indicadores nas gestões de cada município:


Receita própria: Mede a dependência em relação às transferências dos Estados e da União;


Gastos com Pessoal: Mostra gastos pessoal, em relação ao total da receita corrente líquida;


Investimentos: Acompanha o total de investimentos em relação à receita corrente líquida;


Liquidez: Verifica se as prefeituras estão deixando em caixa recursos suficientes para honrar obrigações de curto prazo;


Custo da Dívida: Correspondente às despesas de juros e amortizações em relação ao total das receitas líquidas reais.

Com base nesses critérios, o Índice Firjan atribui escala de 0,0 a 1,0. Sendo que aqueles municípios mais próximos de 1,0 são aqueles que reúnem o conjunto de fatores que confirmam uma boa gestão.

Os números se referem a 2013.

De leitura simples, o índice varia de 0 (mínimo) a 1 ponto (máximo) para classificar o nível de cada localidade em quatro categorias: baixo (de 0 a 0,4), regular (0,4 a 0,6), moderado (de 0,6 a 0,8) e alto (0,8 a 1) desenvolvimento. Ou seja, quanto mais próximo de 1, maior o desenvolvimento da localidade. Confira mais dados (Clique aqui)

 

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São Joaquim e a estética do frio

Frio pássaro SJMas tá frio demais! Galo não canta mais, aí você vai lá ver se ele morreu lá pelas 8 horas  e fica indignado. É só preguiça dele. O gado se esconde no mato e só sai com  sol convincente.

O cachorro campeiro, aquele amarelão que é o que mais se adapta as temperaturas daqui e a personalidade do seus donos na serra se encolhe naos galpóes e nas cozinhas de chão batido  com fogo de chão – não levantam nem com alarme de quero-quero.

Na árvore, canários inflados com as penas – parece ritual de acasalamento, mas é só frio. Hoje está 5ºC abaixo de zero, após 90 mm de chuva dias antes, a umidade e o frio combinam: vamos detonar com esses caras. Mas tem outra história aí, como resumiu Vitor Ramil, o milongueiro, na Estética do Frio:

“Ao me reconhecer no frio e reconhecê-lo em mim, eu percebera que nos simbolizávamos mutuamente; eu encontrara nele uma sugestão de unidade, dele extraíra valores estéticos. Eu vira uma paisagem fria, concebera uma milonga fria. Se o frio era a minha formação, fria seria a minha leitura do mundo. Eu apreenderia a pluralidade e diversidade desse mundo com a identidade fria do meu olhar. A expressão desse olhar seria uma estética do frio.”
… “Não estamos à margem de um centro, mas no centro de uma outra história.”

 

Mercado de maçã é beneficiado pela alta do dólar

MAÇÃS-RASIP-Foto-João-Carlos-Lazzarotto-A cotação do dólar, em forte ascensão nos últimos meses frente ao Real, está desestimulando as importações, trazendo otimismo aos produtores e ampliando o consumo de produtos brasileiros. É o caso da maçã e do queijo produzidos em Vacaria, nos Campos de Cima da Serra, pela RAR/RASIP. A empresa, de propriedade do empresário Raul Anselmo Randon, já concluiu a colheita da variedade Gala e inicia, neste período, a colheita do Grupo Fuji. A estimativa é comercializar nesta safra, aproximadamente, 70 mil toneladas da fruta. Apenas da variedade Gala foram colhidas 51 mil toneladas. “Estamos otimistas. A colheita da Gala apresentou uma qualidade superior à da safra passada, com maior intensidade de cor e pressão de polpa. Este cenário possibilita que tenhamos uma maior competitividade tanto no mercado nacional, quanto internacional”, destaca o diretor-superintendente da RAR/Rasip, Sergio Martins Barbosa. A variação cambial, da mesma forma que na fruticultura, também tem proporcionado à empresa bons negócios na venda de queijos. O consumo doméstico do Queijo Gran Formaggio, tipo grana, aumentou em relação ao mesmo período do ano passado.

Produção de maçã cai até 8% ao ano e consumo cresce

No Brasil, a área de produção permanece estável desde 2008, em torno de 39 mil hectares, segundo o IBGE. Mas a produção brasileira de maçã vem caindo. Em 2012, foram colhidas 1,33 milhão de toneladas da fruta. Em 2013, ocorreu queda de 8%, para 1,23 milhão de toneladas. E, em 2014, conforme a ABPM, a safra foi de 1,16 milhão toneladas, queda de 5% em relação ao ano anterior.O principal vilão são os problemas climáticos em Santa Catarina e no Rio Grande do Sul, os principais produtores da fruta. As geadas, chuvas de granizo ou em excesso ou mesmo o frio durante a florada dos pomares prejudicaram as safras dos dois últimos anos.

A Região Sul produz 99% do total nacional segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em 2013, foram produzidas 1,23 milhão de toneladas da fruta no país, 1,22 milhão de toneladas pela Região Sul. Apenas 4% deste total foram produzidos pelo Paraná (49 mil toneladas).

Atualmente, o Rio Grande do Sul tem área de 17,4 mil hectares e produção de 690,4 mil toneladas (50,1%); Santa Catarina produz 633,2 mil toneladas (46%), em 17,7 mil hectares.

Para a safra atual é esperada leve queda em relação à anterior. No início de fevereiro, houve granizo no Sul, e as cidades mais afetadas foram Vacaria (RS) e Bom Jesus (SC).

No Paraná, a produção vem caindo dede 2009. “Estamos agora com produção semelhante à de 2005. Somos o terceiro maior produtor, mas passamos por uma adequação de mercado nos últimos anos”, explica Paulo Andrade, da Secretaria Estadual da Agricultura e do Abastecimento (Seab).

A área para o cultivo da maçã no estado passou de 1.084 para 630 hectares entre as safras 2004/05 e 2009/10 em Palmas, principal região produtora do estado. A produção caiu 42% só em 2010, de 26 mil para 15 mil toneladas, período em que o fenômeno El Niño agravou a crise.

“Enfrentamos forte concorrência com os outros estados produtores. Tivemos também problemas com alguns clones de maçã não adequados ao clima do estado. Os produtores se envolveram em dívidas, e isso reduziu significativamente nossa área de produção”, comenta o agrônomo.

Para a safra atual no estado, é esperada produção semelhante à do ano anterior, de 48,6 mil toneladas, com área de cerca de 1.772 hectares, segundo o Deral/Seab. “Quanto ao clima, o verão está sendo bom, só haverá interferência nos resultados se ocorrer granizo nos pomares”.

Consumo crescente

Entre 2002 e 2008, houve aumento médio no consumo de 4,38 quilos de frutas por pessoa no Brasil, segundo estudo do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) e a Esalq/USP, com base na Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF) 2009 – a mais recente do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

“O consumo de frutas pela população brasileira aumenta um pouco todo ano”, confirma o presidente da ABPM. “Mas a população vem crescendo também”, pondera.

As frutas mais consumidas pelos brasileiros são a banana, maçã, laranja, mamão e abacaxi. A banana é a fruta mais consumida, presente em 90% dos lares brasileiros, seguida pela maçã, presente em 74%.

O principal mercado para frutas é a classe média. O consumo diário de frutas, legumes e verduras, de mais de 90% da população do país, está abaixo dos níveis recomendados pelo Ministério da Saúde – que é de 400g per capita. (Gazeta do Povo PR)

Brasil anuncia embargo a maçãs argentinas

maçãUma medida do governo federal pode mudar o cenário do comércio de maçãs no Brasil, e para melhor. O Brasil decidiu nesta terça-feira suspender a importação de maçãs e peras argentinas em função da presença da praga Cydia pomonella nos frutos, em uma medida que visa proteger os agricultores brasileiros de uma eventual volta da doença, erradicada no país em 2014. “Na questão de defesa sanitária e controle de pragas e doenças, o Brasil não pode transigir. A tolerância será zero, independentemente do parceiro comercial”, afirmou a ministra da Agricultura, Kátia Abreu, em nota.

De acordo com a pasta, a suspensão vale até que o sistema argentino que fiscaliza os riscos relacionados à pragas e doenças seja reavaliado.

Na nota, o ministério afirma que a praga, conhecida como traça da maçã, foi encontrada em 15 carregamentos de maçãs e peras provenientes daquele país, nos primeiros meses do ano.

Carregamentos de marmelo oriundos do país vizinho também serão barrados.

O governo brasileiro já havia ameaçado embargar a importação da maçã argentina, caso o país não permitisse a entrada de auditores brasileiros para confirmar ou não a existência da praga nos carregamentos argentinos, conforme antecipou a Reuters na semana passada.

A protelação da Argentina em autorizar a entrada dos fiscais no país para inspecionar os frutos “in loco”, marcado para março e depois para abril, a pedido dos argentinos, fez com que o Mapa decidisse embargar o fruto.

Desde que erradicou a praga o Brasil possui um certificado internacional, ao contrário da Argentina, fazendo-se necessário a entrada desses auditores no país vizinho para realização de inspeções.

O bloqueio pode estremecer as relações comerciais com o país vizinho, ainda que o comércio da fruta envolva valores relativamente pequenos perto das exportações e importações dos principais produtos do agronegócio nacional. (Reuters)

Música e vinho bom na 2ª Vindima

A 2ª Vindima de Altitude, para celebrar a colheita da uva de altitude e que será realizada entre 26 e 29 de março, em São Joaquim e em vinícolas da cidade e também de Urubici, Lages, Videira, Campo Belo, Treze Tílias e Água Doce, vai movimentar toda a região. São esperadas mais de 8 mil pessoas para prestigiar o evento que terá mais de 20 apresentações culturais gratuitas, entre elas, espetáculo do Balé Bolshoi do Brasil, no dia 28 de março, na Vinícola Pericó. A programação final está sendo finalizada e será divulgada nos próximos dias.

Hotéis e pousadas da região já estão recebendo reservas para o período da festa e a organização do evento prepara estruturas especiais para a realização das apresentações na cidade e nas vinícolas, para garantir o conforto de moradores e turistas. O centro de São Joaquim vai ter um palco e também área coberta e decorada, que será usada pelas vinícolas da Associação Catarinense dos Produtores de Vinhos Finos de Altitude (Acavitis) para a degustação dos vinhos produzidos. As vinícolas pretendem ainda promover eventos como almoços harmonizados, sunsets e visitações aos vinhedos.
“Com a festa, queremos ainda divulgar a região, um importante centro produtor de uvas e vinhos finos de altitude no país”, afirma Acari Amorim, presidente da Acavitis, entidade promotora da Vindima, e proprietário da Vinícola Quinta da Neve.
O evento tem apoio do Governo do Estado, por meio por meio da Secretaria de Turismo, Cultura e Esporte (SOL) e da Santur. “Acreditamos no potencial do evento para divulgar o turismo regional, importante gerador de emprego e renda”, diz Valdir Walendowsky, presidente da Santur. O projeto também foi aprovado na Lei Rouanet, do Ministério da Cultura.
Em 2014, foi colhida 1,5 milhão de toneladas de uvas de altitude e na safra desse ano, em razão do bom tempo, o incremento esperado é de 25%. As principais uvas produzidas são Cabernet Sauvignon, Merlot, Chardonnay e Sauvignon Blanc.

PT assume temporariamente o comando de São Joaquim

wpid-20130809_115226O Partido dos Trabalhadores de São Joaquim assumiu temporáriamente a administração municipal.  Com Uladmir Demessino (prefeito em exercício), Tulio Matos (presidente da Câmara de vereadores) e Cau Bolzani (Secretário de Agricultura), (foto), o partido tem a responsabilidade de dar continuidade aos trabalhos e projetos.

A sigla conseguiu e tem projetos em andamento na esfera federal para melhorar a qualidade de vida da população e manter a parceria atual na esfera municipal até 2016.

Qualidade e manutenção das estradas para escoar a maçã, acesso de turistas e moradores estão entre as prioridades do início deste ano.

 

 

‘Rodovia do Gado’, na Coxilha Rica, terá pavimentação em tempo recorde.

Gado rodGovernador Raimundo Colombo (PSD) construirá uma rodovia estadual que permeia suas fazendas em Lages, e de mais alguns fazendeiros em um trecho inicial de 27 quilômetros, de um total de 45, mais três pontes, com apenas DOIS anos para conclusão da primeira fase.

A Rodovia Caminhos da Neve, tem mais de 18 anos de história, e foi asfaltado apenas nove quilômetros; a recuperação da SC 114, Painel – São Joaquim, que é só recuperação, se estende por TRÊS anos.

Conforme texto da assessoria de imprensa do governador, na coxilha,“a primeira etapa, de R$ 4,3 milhões, consiste na construção de três novas pontes sobre os rios Sanga Tatetos, Pelotinhas e Arroio Penteado. Para estes serviços, o secretário do Desenvolvimento Regional de Lages, João Alberto Duarte, prevê que o edital de licitação seja lançado ainda em fevereiro, com os trabalhos iniciando cerca de dois meses depois e previsão de término em um ano.

Paralelamente, será lançado o edital para implantação e pavimentação da rodovia num trecho de 27 quilômetros partindo da BR-116, na localidade de Vigia. Esta parte custará R$ 46,7 milhões e deve ficar pronta em dois anos”.

Como canta Zé Ramalho – Povo marcado. Povo feliz!

Maçã transgênica é comercializada nos EUA e causa polêmica

111 maçãO Departamento de Agricultura dos EUA aprovou na última sexta-feira a primeira maçã geneticamente modificada para venda nos país, reacendendo o debate sobre a segurança dos alimentos modificados, se os produtos devem conter rótulos obrigatórios.

A maçã Ártico, projetado pela empresa canadense especializada Okanagan Fruits Inc, resiste ao escurecimento quando cortado em pedaços ou fatias, uma característica que o torna útil para restaurantes, mercearias, companhias aéreas e outras empresas que oferecem pré-fruta cortada, disse o co-fundador da Okanagan, Neal Carter 

“Tecnologia é a prioridade para chegar a mais consumidores”, disse ele. A empresa planeja comercializar duas variedades, a Granny Ártico e Arctic dourado, novas versões do Granny Smith e Golden Delicious.


O Departamento de Agricultura, que anunciou a aprovação sexta-feira, disse que foi dada a luz verde a maçã, porque não representam um risco para outras plantas ou produtos agrícolas. A Food and Drug Administration é responsável por garantir a maçã e afirma que é seguro para comer, mas sua avaliação é voluntária e sua aprovação não é necessária para que a empresa avançar.


O FDA (Departamento Agrícola) ainda está analisando a maçã, disse um porta-voz da agência.
Enquanto as culturas geneticamente modificadas foram cultivadas nos EUA desde a década de 1990, a maçã do Ártico é um dos poucos alimentos geneticamente modificados a apelar diretamente aos consumidores.

Em novembro, o Departamento de Agricultura aprovou uma batata modificada.
Atualmente, as culturas mais comumente modificadas, como milho e soja, são modificados para o benefício dos agricultores por resistir herbicidas e pesticidas.


Não-escurecimento traço do maçã Ártico funciona desligando uma enzima que inicia o processo de escurecimento. Mr. Carter disse que espera que a maçã Ártico pode expandir o mercado de maçãs nas mesmas minicenouras maneira gerados rápido crescimento na indústria de cenoura. O novo Apple, que resiste contusões, poderia também reduzir os resíduos para os agricultores e embaladores, de acordo com Okanagan.

Agricultores da Apple estão preocupados, no entanto, que a maçã Arctic vai assustar os consumidores que não conseguem distinguir entre variedades modificadas e cultivados convencionalmente. Vários deles pediram ao Departamento de Agricultura de rejeitar o pedido de aprovação.


“Estou muito decepcionado com o USDA”, disse Jim Baird, dono de uma fazenda de maçã 250 hectares no estado de Washington. “Eles estão aprovando esta à luz de tal preocupação esmagadora e desaprovação em relação aos produtos geneticamente modificados

Consumidores e grupos ambientais disse que a Apple poderia apresentar riscos desconhecidos para a saúde humana.
“Não há lugar em os EUA ou o mercado mundial de maçãs geneticamente modificados”, disse Lisa Archer, diretor da organização ambientalista Amigos da Terra. “Os agricultores não querem crescer, as empresas de alimentos não quer vendê-lo e os consumidores não querem comê-lo.”
No tempo que vai demorar para que os agricultores cultivem as maçãs do Ártico “, os consumidores têm tempo para ficar informado e decidir se eles querem comprá-los”, disse Wendy Brannen, porta-voz para o Apple Association dos EUA.


Uma recente pesquisa do Pew Research Center mostrou que a comida, enquanto 88% dos cientistas acham que geneticamente modificados são seguros para comer, apenas 37% do público em geral acredito que sim.


Okanagan disse que pretende anexar um logotipo do floco de neve de suas maçãs do Ártico, para distingui-los de outras variedades. A FDA poderia exigir da empresa a revelar que a fruta tem um traço não-escurecimento ou foi geneticamente modificada.
Um debate está aumentando sobre se os alimentos geneticamente modificados devem ser rotulados. Embora a FDA não exigiu uma empresa de alimentos para fazer isso, grupos de consumidores estão cada vez mais exortando os legisladores estaduais e nacionais para aprovar leis para mudar isso.


No início desta semana, os democratas na Câmara e Senado propôs contas dirigem a FDA a exigir rótulos de alimentos geneticamente modificados. Os republicanos são propensos a apoiar medidas que tornem rotulagem voluntária e impede os Estados de passar as suas próprias medidas concorrentes.
Os eleitores em pelo menos quatro estados, incluindo Oregon e Colorado, mais recentemente, rejeitou as medidas eleitorais para exigir empresas de alimentos a rotular produtos geneticamente modificados vendidos em seus estados. Vermont é o único estado a aprovar tal lei, e sua medida está sendo discutida judicialmente.
Tendo garantido a aprovação do USDA, Okanagan diz até 70.000 de suas árvores poderiam ser plantadas em 2016, com a fruta disponível para os consumidores resultante já em 2017. Mas vai levar vários anos para que haja uma produção significativa.


Okanagan está aguardando aprovação para sua maçã no Canadá e quer obter a aprovação para crescer sua maçã no México, também.
A batata aprovado no ano passado pelo USDA, chamado de inato, foi criado pelo fabricante francês-fry JR Simplot Co. Ele é projetado para reduzir hematomas e oferecem benefícios potenciais para a saúde através da produção de níveis mais baixos de uma substância cancerígena que se forma em batatas e outros alimentos ricos em amido quando eles são cozidos a altas temperaturas.
O FDA ainda está analisando a batata, disse o porta-voz JR Simplot Doug Cole.
Escreva para Tennille Tracy em tennille.tracy@wsj.com