São Joaquim pode ganhar 13,3 milhões com Dilma. Recursos já aprovados.

1048_resize_fixo_576_43Recursos aprovados no Governo Dilma que poderão não vir para São Joaquim caso a presidenta não se reeleja. Valor soma 13,3 milhões. O maior da história do município.

Pronto Socorro 24 horas — R$ 2 milhões

Pavimentação de ruas — R$ 2,55 milhões

Creche Bairro São José — 1,3 milhão

Duas escavadeiras hidráulicas — 1 milhão

Dois  caminhões caçamba 460 mil

Implementos agrícolas — 258 mil

Revitalização do acesso ao parque da maçã — 300 mil

Reforma do parque da maçã — 300 mil

Construção do pavilhão de remates — 400 mil

Reforma do Ginásio de Esportes — 300 mil

Reforma da pista de skate — 300 mil

Reforma do estádio municipal — 500 mil

Implantação do campo de futebol suíço — 250 mil

Reforma da casa de apoio ao turista — 255 mil

Mais adequação a praça João Ribeiro — 298,4 mil

Construção de passeios para pedestre — 250 mil

Reforma praça Cezário Amarante — 400 mil

Const. Unidade Básica de Saude B. Martorano — 408 mil

Cinco ônibus do Caminho da Escola — 744,5 mil

Construção CAPS — 800 mil

Ampliação de quatro Unidades Básicas de Saúde — 294 mil

TOTAL: 13.369.619,00

 

 

Mais de 100 candidatos na Serra Catarinense

Mais de 100 candidatos ao legislativo levarão votos em São Joaquim, Urubici, Urupema e Bom Jardim da Serra nessas eleições. Foi assim em 2000, cerca de 120. Agora, apenas uns cinco tem berço nestas cidades. Outros, com a campanha estadualizada, base política e com féis escudeiros vão garantir uma boa parte da fatia, tem gente boa e gente ruim.

A Serra Catarinense, nesta época está sempre vulnerável ao ataque de muitas pestes. Com a politização distante, alguns eleitores sequer sabem o passado de alguns desses ditos, políticos. Gente com a ficha mais suja que pau de galinheiro. E não é só suja na política não – é coisa braba mesmo. E é impressionante como essa gente se atrai – em qualquer lugar. E terão muitos votos aqui.

Mas tem muita gente boa também. Podem até não serem tão presentes nesta terra, mas quando são não mentem, e nem fazem acordo com o diabo.

Serra Catarinense, Planalto ou Campos de Cima da Serra?

Serra R RDurante muito tempo se discutiu como o então “Planalto Catarinense” deveria ser realmente conhecido. Foram longas discussões e debates: se chamaria mesmo Planalto Serrano ou Serra Catarinense. As conversas nos anos de 1990 tomavam conta das rodas de bares e reuniões de turismo, política e economia.

Venceu a agora consagrada ‘Serra Catarinense’ e a palavra foi adota no turismo em definitivo para orientar o destino de visitantes, marcar produtos de origem e divulgar a região.

Outros nomes dos campos do sul do país também são conhecidos – mas não confunda:

Campos de Cima da Serra, também chamada de Campos de Vacaria, é uma região fisiográfica do Rio Grande do Sul localizada no extremo nordeste do estado, na divisa com Santa Catarina. É composta pelos municípios principais de Bom Jesus, Cambará do Sul, Esmeralda, Lagoa Vermelha, São Francisco de Paula e Vacaria. Sua área total é de 21.033 km², ela localiza-se a altitudes entre 900 metros, a oeste, e 1.200 metros nos Aparados da Serra. É composta de relevo suave profundamente recortado por alguns rios e formada por uma planície elevada de solo basáltico de inclinação oeste. Predomina a vegetação campo, havendo presença esparsa de capões de araucárias.1

A Serra Catarinense localiza-se numa região também conhecida como Planalto Serrano. Compõem a região os seguintes municípios: Anita Garibaldi, Bocaina do Sul, Bom Jardim da Serra, Bom Retiro, Campo Belo do Sul, Capão Alto, Cerro Negro, Correia Pinto, Lages, Otacílio Costa, Painel, Palmeira, Ponte Alta, Rio Rufino, São Joaquim, São José do Cerrito, Urubici e Urupema. Esses 18 Municípios ocupam uma área de mais de 16000 km², equivalente a 17% do território do estado.

Os Campos de Altitude são típicos dos pontos mais elevados de montanhas que se soergueram principalmente durante o Terciário. Ocorrem principalmente nos sistemas serranos do sudeste brasileiro: Serra da Mantiqueira (Serra do Itatiaia, que abriga o Pico das Agulhas Negras), Serra do Caparaó (que abriga o Pico da Bandeira), Serra do Mar (Serra dos Órgãos, que abriga a Pedra do Sino), mas também em Campos do Jordão e em uma variedade de picos isolados em Santa Catarina e Paraná.2

Serra Gaúcha: Num estado predminantementoe plano como é o Rio Grande do Sul, a Serra Gaúcha é o principal acidente geográfico, com altitudes moderadamente altas, de até cerca de 1 300 metros.

A região das Serras tem como principais e maiores cidades Caxias do Sul,Farroupilha, Gramado, Canela, Vacaria, Nova Petrópolis, Bento Gonçalves, Carlos Barbosa,Garibaldi, São Francisco de Paula, Antônio Prado, Nova Roma do Sul, Nova Prata, Veranópolis, Bom Jesus,Flores da Cunha, Nova Pádua, São Domingos do Sul, Nova Bassano, Paraí e Nova Araçá, Guaporé, Cotiporã, São Valentim do Sul, Dois Lajeados,Serafina Corrêa, dentre outras.

Fonte : wikipédia

 

 

 

Maioria dos turistas da Serra é da Classe C, aponta pesquisa

Santa isabelO resultado da Pesquisa Fecomércio de Turismo de Inverno na Serra Catarinense, realizada nos municípios de São Joaquim e Urubici, entre os dias 18 de julho e 18 de agosto, destacou a origem predominantemente estadual do visitante.

Nas duas cidades, os catarinenses foram a maioria ( 72,8% dos turistas em São Joaquim e 79,8% em Urubici), utilizaram o automóvel para seu deslocamento e hospedaram-se, em média, dois dias nas localidades.
Em relação ao perfil dos turistas, a maioria está nas faixas de idade que vão dos 31 a 40 anos e pertence à classe C (54,4% dos visitantes em São Joaquim e 60% em Urubici), que aumentou a sua participação na comparação com as temporadas dos anos anteriores.
Os locais mais visitados da região de São Joaquim foram o Snow Valley, a Igreja Matriz, a Expo Neve e a Vinícola Villa Francioni. Os turistas que foram a São Joaquim informaram um gasto médio com o comércio local de R$ 96,73, bem abaixo dos R$ 142,65 registrados em 2013. Essa queda do gasto médio foi ainda maior em Urubici, onde os turistas disseram ter gasto R$ 81,45.

No ano passado, o gasto médio com o comércio urubiciense foi R$ 225,62. Em Urubici, os pontos de maior visitação foram o Morro da Igreja, a Pedra Furada, a Serra do Corvo Branco e a Cascata Véu de Noiva.
De acordo com a pesquisa, os empresários de São Joaquim perceberam uma retração no movimento de turistas nos setores de comércio e serviços em relação ao ano anterior. Como reflexo à redução no movimento, observou-se queda no faturamento de 14,2% em relação a 2013.

Já em Urubici, na opinião de 51,7% dos empresários, houve um aumento no movimento em relação à temporada passada, enquanto que 48,3% dos entrevistados consideraram que houve redução do movimento, uma configuração bem equilibrada, que teve como reflexo um aumento pouco expressivo, de 10,7%, em relação ao faturamento de 2013. Quanto ao setor hoteleiro, o percentual de ocupação dos leitos registrado em São Joaquim foi de 47% e, em Urubici, de 71,9%.

 Turismo serrano precisa de mais atrativos para o comércio, diz vice-presidente da Fecomércio

Vice-presidente de Turismo da Fecomércio de Santa Catarina, o empresário Fernando Willrich disse que falta às cidades da Serra catarinense proporcionar atrativos que façam os turistas aumentarem os gastos no comércio local. A Pesquisa Fecomércio de Turismo de Inverno na Serra Catarinense em 2014, realizada nos municípios de São Joaquim e Urubici, apontou uma expressiva queda no gasto médio dos visitantes no comércio das duas cidades.

“O resultado da pesquisa demonstra, como ponto positivo, a fidelização dos turistas catarinenses, que declararam pretender voltar à região no próximo ano. O que falta é proporcionar atrativos para que esses visitantes tenham mais interesse em comprar no comércio local”, explicou Willrich, citando como exemplo de uma política neste sentido as atrações criadas por cidades serranas de outros estados, como Gramado e Canela, no Rio Grande do Sul, e Campos do Jordão, em São Paulo.

Segundo Willrich, a proximidade da Copa do Mundo, a falta do frio mais intenso ou mesmo a crise econômica, com o aumento da inflação, podem justificar a diminuição do percentual de visitantes de outros estados na Serra catarinense. “Precisamos ser criativos para atrair não só os nossos turistas, mas recuperar o contingente de visitantes de outros estados. Temos as nossas belezas naturais, as nossas vinícolas e a culinária típica da região, mas necessitamos investir em outras atrações, e isso tanto pode ser feito através de investimentos da administração pública quanto da iniciativa privada”, disse.

A eleição e a economia na Serra Catarinense

colheita maçãDia desses, em uma conversa rápida sobre candidatos à presidência com alguns trabalhadores de pomar de maçã aqui da Serra veio o papo de quem cada um votaria.  Na minha vez, antes de responder, um me disse: “Não sei, mas eu ainda voto no PT. Tempo atrás a gente nem podia passar perto de um banco, não era pra nós. Agora a gente entra –  consegue as coisas”.

A Serra Catarinense sempre tem uma votação semelhante ao resto do estado para o governo do Estado e presidência. A Dilma perdeu a última eleição e hoje (31) na última pesquisa está em empate técnico com Marina no 1º turno.

A economia cresceu tímida aqui nos últimos 10 anos, mas a mão de obra é difícil e os salários estão cada vez maiores.

O setor patronal somente neste último ano na agricultura respirou um pouco. O engesso antes não era por conta da economia do país, (mercado para as frutas sempre teve) mas da falta de mais cooperativas de produtores ou da ausência de concorrência entre compradores. O que agora existe e parece dar outro norte.

Lá em Brasília, as reformas tributárias e trabalhistas não saíram, e os setores patronais por aqui também reclamam dos altos custos, além dos outros de produção que acompanham a inflação ou mais.

Na agricultura, com o aumento do preço da maçã neste ano, os custos altos com encargos agora são um pouco amenizados e todos esperam investir e crescer. A região também recebeu maquinários para escoar a produção – os últimos foram há 40 anos.

No turismo, investimentos privados quase não aconteceram. Dos nativos talvez por falta de cultura de empreendedorismo no setor e de investimentos de empresários de outras cidades também com medo do turismo sazonal, falta de infraestrutura e a aparência da cidade.

Linhas de crédito existem. Na agricultura, a compra de tratores é facilitada como programa Mais Alimentos do Governo federal, também já existe nova linha de crédito para compra de maquinários usados além do custeio agrícola, cobertura de pomares, principalmente para agricultura familiar com juros de entre 1,5% até 3,5% ao ano, além de financiamento para cobertura de telas anti-granizo.

No turismo também tem linhas de crédito, só que juros mais altos e a confiança para retorno ainda não é muito confiante. Neste ano, São Joaquim, no inverno, teve uma queda de cerca de 40% do movimento em sua alta temporada, o mês de julho, conforme relatam comerciantes, em relação ao mesmo período do ano passado.

A economia estagnou por aqui mas não ‘minguou’, e agora, com investimentos em rodovias e acessos – se espera mais.

O que anseia agora dos presidenciáveis, esse povo meio deslocado no gelo das montanhas de uma Serra no sul do país, sem votos para influenciar uma eleição, é a continuidade de políticas públicas e investimentos por bancos públicos nos dois setores da economia local.

Ao que parece, tem candidatos que sinalizam para a condução em bancos privados, que visam somente o lucro, o que pode fazer aquele agricultor ali do começo do texto, voltar a passar longe da porta do banco.

E mais, uma nova candidata ecológico-pentecostal associada a nata do financismo. Tem um projeto ambientalista radical que vai contra tudo o que a própria base do seu antigo partido pregava. O que pode vir para este setor na região, ninguém sabe.

 

 

 

Em São Joaquim, Ministro do Turismo recebe pedido para federalizar os Caminhos da Neve.

 imagem (1)O ministro do Turismo esteve ontem em São Joaquim em uma visita de três horas na Villa Francioni e no Cetrejo, ele afirmou que a região precisa ter projeto para canalizar recursos. “Quanto mais convergências tivermos em torno desse projeto melhor, especialmente se tivermos projetos. O ministério se compromete a atender essas demandas que apresentam grande potencial nesse entrono de serras”, assinalou Vinícius Lages.

Não anunciou nenhuma verba, mas recebeu das mãos de um vereador de Bom Jesus (RS) um pedido assinado por várias entidades para a federalização das obras da Rodovia Caminhos da Neve – obra que tevfe seu projeto lançado há 21 anos e que até agora foi concluído apenas 7 dos 70 quilômetros, parte é de responsabilidade de SC e parte do RS.

Fim de semana com “rum and horse in snow”, em São Joaquim

neve esperaEsportes radicais de gelo em São Joaquim estão previstos para este fim de semana com a possível chance de neve.

Snowboard – equilíbrio sobre prancha; Bobsled – Descida de Trenó; Biatlo – Esqui nórdico entre as modalidades de esportes importados.

E os nacionais adaptados aqui, como: Horseback Riding Ice – Cavalgada no gelo; stirrup knocking the snow – batendo estribo na neve, e o famoso “rum and horse in snow” –  farão parte do último final de semana de julho em São Joaquim. É que a cavalgada é no sábado.

Exageros à parte, a previsão é de uma possível neve e temperatura pra lá de baixa. Às 18h de hoje já neva forte em Ushuaia, o Fim Del Mundo, na Argentina,  com temperatura de -2ºC. E ela tá vindo.

Aqui na Serra Catarinense a previsão é “Vento gelado, sensação térmica média bem negativa em parte do dia no topo da serra (inferior a -4/-7°C em alguns momentos”, segundo a Climaterra na sexta (25) e Pequena chance de neve ou chuva congelada no topo da serra acima dos 1300/1400 m,”

Do “Fim del Mundo” até aqui são dois dias de um gelo vem a galope e promete ser radical. Pra enfrentar somente a cavalo com poncho ou quebrando um run ao lado do fogão a lenha.

 

 

 

Portal G1 inventa neve e diz que a de São Joaquim não foi a maior

g1globoNo dia que São Joaquim lembrou 57 anos da maior nevada do Brasil, o portal G1, da Globo, inexplicavelmente, achou, não se sabe onde, uma neve ainda maior que teria acontecido em agosto de 1979 na cidade de Vacaria (RS). Neve esta que não se tem registro fotográfico e nem escrito, nem em livros e muito menos nos arquivos da internet.

Abaixo, parte do texto publicado ontem pelo G1:

“Maiores nevascas do Brasil
De acordo com a técnica em meteorologia, a maior nevasca registrada no Brasil foi em Vacaria, no Rio Grande do Sul, no dia 7 de agosto de 1979, que teve um acumulado de 2 metros. Seguida por São Joaquim em 1957 e Itatiaia, no Rio de Janeiro, em junho de 1985 com acumulado de 1 metro”. (Leia matéria)

Neve maior como a de 1957, somente a de 1912, também em São Joaquim, com relatos e devidamente registrada no livro Gavião de Penacho, de Enedino Ribeiro.

A foto acima (postada por este blog) é de uma suposta neve em 1979, e em um lugar suposto, já que não achamos, – nem eles, nenhum registro na internet sobre a tal neve.

Leia postagem abaixo.

Hoje faz 57 anos da maior neve no Brasil

O céu estava escuro. O frio era insuportável. A neve começou as dez horas da manhã e se estendeu até as 18 sem parar. Foram sete horas ininterruptas de neve intensa. Anoiteceu. O espetáculo estava concluído na manhã do dia seguinte: tudo branco!

Começou assim o amanhecer do dia 20 de julho de 1957. No dia 21 o que era beleza virou preocupação. Galhos de pinheiros desabavam a todo momento fazendo um barulho estrondoso que vinha da mata. No centro de São Joaquim os habitantes começavam a perceber que estavam isolados com mais de um metro de neve acumulado por toda parte. Não podiam se deslocar para qualquer lugar.

Muitos telhados de casas começavam a rangir, não suportaram o peso no telhado e tudo foi abaixo, mas ninguém se feriu. A cidade ficou coberta por sete dias. No terceiro as forças armadas já lançavam dos aviões  de guerra suprimentos e medicamentos próximo ao hospital, onde hoje está o novo Colégio São José.

Na foto,   motoristas tentavam retornar do interior do município para o centro da cidade. Em vão, ficaram dias escavando na neve abrindo trilhas para que o jipe seguisse.  O cenário depois que a neve derreteu era inacreditável. Milhares de pássaros mortos pelo caminho; também bois, cavalos e ovelhas.

No segundo dia  os aviões da Força Aérea Brasileira traziam remédios e mantimentos e lançavam sobre um campo de futebol próximo a cidade. A região ficou isolada por cerca de sete dias.

Somente outra neve teve a dimensão daquela de 1957, foi em 1912. O então deputado estadual de São Joaquim, Enedino Batista Ribeiro, em seu livro de memórias, relata o mesmo impacto que a neve causou na cidade. A beleza e depois o pavor de ver tudo desabando em sua fazenda na localidade de São João de Pelotas, interior de São Joaquim.

Vidal Cândido, o Tio Vida, na época com 28 anos, lembra até hoje da tal neve. Na fazenda da família via galhos quebrando pela mata enquanto com o pai e irmãos corriam para salvar a criação em meio a densa neve. Hoje, aos 84 anos, acredita que pode ver o mesmo cenário daquele amanhecer de 21 de julho de 1957.

Amanhã chega uma nova frente fria. Será?  (Foto Bampi)

Frio recorde é esperado nos próximos dias na Serra Catarinense

Araucária IpêO   frio que cobriu Santa Catarina de neve no ano passado poderá voltar e ainda mais avassalador nos próximos dias. Temperaturas negativas recordes, geada e ventos gélidos estão previstos. Pelo menos são sinais que já apontam alguns meteorologistas.

Link abaixo é do portal Climatempo:

“Duas massas polares serão observadas no decorrer da segunda quinzena de julho, sendo a segunda mais intensa após o dia 24 de julho. A meteorologista Josélia Pegorim analisa quando e como será o efeito destas duas ondas de frio sobre o Brasil. Se há possibilidade de nevar ou não, ainda é cedo para avaliar com confiabilidade.

Mas se as simulações atmosféricas feitas em super computadores continuarem confirmando as análises dos últimos dias, está para chegar a maior e mais forte massa polar do inverno de 2014, com um super poder de resfriamento. Podemos repetir aqui o que foi dito no início, para onda de frio de 2013: a massa polar que chega ao Brasil nos últimos dias de julho promete muito frio, ventos gélidos e fortes causando sensações térmicas de frio intenso não só no Sul, mas também em áreas do Sudeste, Centro-Oeste e Norte.” (Leia mais).

No tweeter da Climaterra o frio também é anunciado “Mantém o frio intenso de sexta (18) em diante em SC, geada forte no fim de semana na serra e áreas acima dos 800 m”. (Leia Mais)