Álamo: beleza ou cavalo de tróia?

 

A árvore é bela, mas São Joaquim pode ganhar um cavalo de tróia.

Uma das mais belas e imponentes árvores de clima frio é o álamo – ela deve fazer parte do projeto paisagístico do centro de São Joaquim.

Mas seria bom um estudo de viabilidade sobre os riscos que a árvore pode trazer para as macieiras. O álamo pode ser hospedeiro do temível cancro, que dizima pomares pelo sul do país quando não controlado.

Um estudo de 2006 da Universidade Federal de Santa Maria, na tese ‘Doenças em árvores e plantas ornamentais urbanas’ alerta para o problema (clique aqui)

“Pode conter baixa resistência e torna a árvore vulnerável a uma doença chamada de cancro dos ramos, que é típica apenas em algumas regiões, mas se alocadas no álamo pode acabar com a madeira e também compromete o uso ornamental da árvore”, diz outro de vários estudos. (clique aqui)

Destrói tubulações

Ou tro estudo revela o seguinte: “Sua utilização na arborização urbana é contra-indicada, pois suas raízes são bastante agressivas, sendo preconizado que o plantio seja realizado a pelo menos 15 metros de distância de construções ou tubulações subterrâneas. Cultivares de copas densas, como a Italica, também servem como quebra-ventos.” (Clique aqui)

Colheita com menos maçã e mais preço em 2016

colheita maçãA maçã este ano terá uma queda na quantidade de frutas colhidas em relação ao ano passado. Santa Catarina deve produzir cerca de 600 mil toneladas, na prática, a queda deve ser maior que 10%, conforme estimam alguns produtores.

O inverno irregular e o excesso de chuva na primavera prejudicaram a polinização, as abelhas não trabalhavam. Granizo e pontos com sarna em alguns pomares diminuíram a produção no sul do país.

O resultado é a grande procura pelos compradores, o que deve elevar o preço da fruta para os produtores, que estão otimistas.

Ciclos da colheita da maçã

Fevereiro/Março – Os meses de colheita da Gala. Nesta fase os agricultores trabalham no mínimo sete  horas por dia e de seis a sete dias por semana. Só a chuva interrompe a colheita. Em regiões de menor altitude, inicia-se a colheita da Fuji no final de março.

Abril/Maio – Colheita da Fuji. O ritmo de trabalho nos pomares não diminui até que a fruta esteja toda recolhida nas câmaras frigoríficas.

Candidato a prefeito de São Joaquim não pode gastar mais que 119 mil, conforme TSE

Candidato a prefeito de São Joaquim terá um limite de gastos no valor de R$ 119.826,76 e candidatos a vereador de R$ 49.783,64.

De acordo com a norma, no primeiro turno do pleito para prefeito o limite será de 70% do maior gasto declarado para o cargo em 2012.

Aqui foi assim em 2012: candidato a prefeito 171.181,09 e vereador R$ 49.783,64.

Para conferir na íntegra, já está disponível no portal do Tribunal Superior Eleitoral o detalhamento dos limites de gastos para os cargos de vereador e prefeito nas eleições municipais deste ano. A partir de agora, com as alterações promovidas pela Reforma Eleitoral 2015 (Lei 13.165), o teto máximo das despesas dos candidatos será definido com base nos maiores gastos declarados na circunscrição eleitoral anterior, no caso as eleições de 2012.

Confira na íntegra

http://chimera.tse.jus.br/legislacao-tse/res/2015/RES234592015.html

 

Cerejeira ou álamo no novo centro de São joaquim?

Que árvore?

Moradores de São Joaquim questionam a decisão de plantar álamos na rua Major Jacinto Goulart, que seria a via Gastronômica de São Joaquim.

O impacto visual a partir da decisão obtida para o paisagismo na rua será para sempre. Então, a comunidade questiona o projeto paisagístico, mas, que, como toda a obra do projeto Acorde – não foi discutido com a população.

Vários moradores e comerciantes já se manifestaram pela plantação da cerejeira, que tem por lei, a flor símbolo de São Joaquim, mas o governo quer álamo.

Governo do Estado promove o natal “SEM” luz em São Joaquim

Do dia 23 de dezembro até 30, comunidades como Fundo da Lamoa ficaram sem energia elétrica. O blecaute atingiu várias outras comunidades do interior de São Joaquim e causou transtornos além de acabar com as festas de fim de ano de centenas de famílias.

Causou também prejuízos para pousadas rurais, que tiveram que cancelar todas as reservas em período que mais dava lucro. Causou prejuízo nas familias que tem os alimentos estocados em geladeiras – e perderam tudo. Acabaram com as festas de fim de ano.

E não foi ocasional. São Joaquim tem um governo do ‘estado’ que não se importa com o interior, de onde vem 80% da renda que alimenta a cidade.

A rede de energia elétrica é antiga, precária, e ninguém se importa com isso. Sequer entrou no plano plurianual a recuperação da rede. Aí ficam falando que São Joaquim vai ter desenvolvimento e tal… Só conversa. Infraestrutura zero!

*É bom salientar que os funcionários da Celesc de S.J. não tem culpa.

Pra que serve a SDR mesmo?

 

 

 

 

Procura-se transeuntes

Por anos São Joaquim não teve um passeio público onde o indivíduo pudesse transitar na cadência sem interrupção com uma caminhada que não alterasse a batida do coração. Rotina aeróbica na rua era impossível.

Mas agora que tem, raramente se vê alguma pessoa caminhando pelas novas calçadas junto a SC-114, nem para atividade física nem para transitar – ir a pé para o trabalho. Será falta de costume? O joaquinense está mais apto ao churrasco e cerveja no final do dia que caminhadas?

O caminho é bonito, a paisagem também, mas parece que que a obra não caiu no gosto do povo. Ninguém anda ali. Estranho!

Atividades físicas, para poucos, ficam reservadas a academias ou passeio no comércio.

As calçadas pedem transeuntes.

Construção das calçadas - São Joaquim (3)

Festa da Maçã pode voltar a ter ‘maçã’

111 maçãBoa notícia a possibilidade da volta da Festa da Maçã. A 1ª aconteceu lá pelos anos 1960 onde hoje é o Sindicato Rural e depois foi para onde está a rodoviária e mais tarde no atual parque, esteve no auge nos anos 1980.

Não se tem registros das primeiras, mas devia ser bem familiar. Algo que se perdeu, ao contrário de algumas festas de outubro em SC como em Treze Tílias, Pomerode.

Foi aos poucos se descaracterizando, e por fim, chegou a ficar por algumas vezes deprimente. Em umas das últimas edições liberaram o consumo de garrafas de vodca, e aquilo foi um porre coletivo. Briga pra todo lado em uma das noites.

A maçã ficava só no nome. Com um formato desgastado e nem um pouco atraente, não foi mais destino de turistas. Conversei com vários que não gostaram. Gente de fora, somente de cidades vizinhas para ver shows sertanejos.

Parque feio e sem decoração temática, produtos a base de maçã nem pensar.

O que se espera agora, e parece que finalmente estão preocupados com isso, é uma festa familiar agradável.

Com mais maçã e menos vodca.

 

Projeto Acorde não respeita a identidade de São Joaquim

Pena que o projeto Acorde no centro de São Joaquim não respeitou algo da identidade regional na arquitetura do projeto. Na foto abaixo, em Lisboa, Portugal, se vê o rústico e o moderno em perfeita harmonia.

Aqui dizem. Ah! Mas as ruas vão ficar iguais a Vidal Ramos em Florianópolis. Acontece que lá, nas ruas, também perderam a identidade – já a a arquitetura das casas foi respeitado e valorizado.

Um de nossos patrimônios culturais materiais, os românticos paralelepípedos, foram enterrados, quando poderiam ser usados pelo menos na via de trânsito de carros.

Uma pena. Quem passar pelo centro de São Joaquim não verá mais parte do passado, como quem passa em cidades turísticas européias vê.

Será só mais uma cidade. Mais bonita e organizada, sim, mas sem identidade.

 

Mais máquinas

Somente pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário – MDA a Prefeitura de São Joaquim já adquiriu duas patrolas, uma caçamba trucada, uma retroescavadeira e agora mais uma escavadeira hidráulica. A Prefeitura ainda aguarda a chegada de um rompedor hidráulico que deverá a servir com complemento a escavadeira recém adquirida.