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DellaRosa- Preencha sua vida com amor próprio. A importância de se autoconhecer

Somente quando estivermos despidas de tudo que nos cerca, conseguiremos encontrar o nosso verdadeiro eu, nossa essência. Só assim é possível se reconectar com a vida, com o amor próprio, pois quando não estão preenchidas, as pessoas acabam camuflando os sentimentos e os valores pessoais; sempre buscando alguém para preencher as lacunas da alma. É ao contrário! As pessoas precisam estar preenchidas com seu amor próprio.
É muito difícil de colocar em prática, pois, parece que estamos perdendo pedaços da gente, do coração. Dói! Você se sente cansado, exausto de corpo e a alma. Não tem mais energia para qualquer atividade. Pensa em desistir e acaba achando desculpas para não fazer, para não iniciar, não recomeçar. O processo é uma transmutação, uma metamorfose, literalmente, mas não dá para deixar a mente enviar mensagens negativas que façam a gente desistir. É um processo lento, dolorido, mas importante, pois começamos a nos reconectar devagar.

Chega uma hora que precisamos parar de pensar que a beleza física é tudo, que estar dentro de todos os “padrões” de beleza e padrões sociais é tudo e que, de alguma forma, tenha a obrigação de se encaixar em tudo na sociedade.

E, um dia, acaba conhecendo pessoas que acha que são importantes, que mudarão a sua vida para melhor e lhe darão o amor que tanto busca.

De certa forma, desenha o que gostaria que elas fossem pra você, se ilude com pequenos gestos, se satisfaz com pequenos carinhos, mas sofre porque nada preenche o vazio que carrega em seu coração, há insuficiência nos sentimentos que a outra pessoa lhe transmite. E é inevitável, mais cedo ou mais tarde essas pessoas vão embora deixando somente angústia, solidão e a sensação de tempo perdido.

Imagem Ilustrativa da Internet

Muitas vezes nos acomodamos em uma situação sofrida, na ânsia de receberiam pouco de atenção, e com isto os sintomas como ansiedade, enxaqueca, hipertensão, infarto, depressão, entre outros vão surgindo.

Nos acomodamos quando não olhamos para dentro de nós, quando não reconhecemos nossa força, quando o medo do novo é mais forte que a vontade de lutar e vencer. Nos fechamos em um círculo vicioso e involuntário de autodestruição e sabotagem.

“Somente quando percebemos que a dor de permanecer como lagarta, é maior que a dor da mudança, superamos o medo da transformação “

Você precisa se olhar no espelho descobrir a pessoa maravilhosa que se esconde ali. Uma pessoa forte, independente e capaz.

Comece a se fazer perguntas. Procure se conhecer melhor. Bata um papo com seu “eu” mais íntimo e seja sincero em todas as tuas respostas.

    O que eu sou?
    O que eu quero?
    O que eu preciso?
    O que eu gostaria de ser? De me tornar?
    O que eu preciso melhorar em mim?
    Por que não me amo?

É fundamental que você busque as melhores respostas. Se questione. Se analise. Chega de autocríticas, é hora de você se descobrir e se amar.

Então começará a se admirar com as respostas, é irá se perguntar: Por que eu não me amo se tenho tantas qualidades? E a partir desse momento, começará a dar mais valor a você! Nunca mais aceitará pouco amor, pouco carinho, pouco tempo, pouco sentimento, porque passará a viver intensamente.

E, de repente, vai perceber que tudo ao seu redor começará a mudar também! As pessoas te tratarão com mais respeito, mais credibilidade, mais confiança. Surgirão pessoas melhores e oportunidades melhores em sua vida, simplesmente porque recebemos aquilo que transmitimos.

Busque por isto em prática diariamente, talvez não seja fácil, talvez você tente preencher os vazios da alma com outras pessoas, mas se olhar para dentro de você, encontrará todas as peças que faltam. Podemos comparar a vida a uma viagem de trem, onde a cada estação, pessoas desembarcam e embarcam, e nós seguimos viagem. Se não estivermos preparados para as chegadas e partidas, se não nos amarmos em primeiro lugar, se não tivermos autoconfiança e amor próprio, para poder suportar essas mudanças, nunca conseguiremos seguir em frente.

Uma vez uma moça me disse: “eu tenho tudo, mas não sou feliz”, então perguntei, “mas porque?” e ela continuou: “Eu tenho um corpo perfeito porque frequento a academia, rosto perfeito, roupas da moda, vou a festas, porém, sinto um imenso vazio dentro de mim. Estou sempre buscando algo que não encontro”. Você percebe que as pessoas que você acha que são melhores que você, porque tem um corpo bonito, roupas da moda, que tem “tudo”, também não estão felizes por não se amarem verdadeiramente e brigam diariamente com o espelho em busca de perfeição externa. Talvez seja preciso esquecer a bolsa Prada, e o batom da M.A.C. Mas, se você precisa vender a alma ao diabo para ter tudo isso, francamente, está precisando rever seus valores e descobrir que uma bolsa de palha, uma pousadinha rústica à beira-mar e o rosto lavado podem ser prazeres cinco estrelas e nos dar uma nova perspectiva sobre o que é, afinal, uma vida interessante.

Não tenha medo da mudança, faz parte da vida. Mudar não significa perder a essência, mas sair da zona de conforto, se valorizar ter amor próprio.

Chega um momento que você tem que deixar de “ser lagarta”, fechar-se no seu interior, jogar alguns sentimentos fora, organizar as coisas, limpar o chão, arrumar as gavetas, fazer uma pintura nova, mudar as prioridades, se amar, se acolher, aprender a voar e transformar-se em uma encantadora borboleta.

 

“Quando não estamos bem com nós mesmos, podemos estar no meio de mil pessoas e continuaremos nos sentindo solitários.”

As pessoas que a gente realmente gosta são aquelas que transformam pequenos momentos em grandes memórias…

O Amor não despreza o amor próprio, o amor nunca causa desgosto, as expectativas sim.

O amor é um estado de espírito, não é um objeto ou uma pessoa. O amor é a razão do teu nascimento e o propósito da tua existência.

O amor é um átomo, o amor é o universo.

As pessoas e as coisas mudam, mas o amor fica em nosso coração …(Sandra Rosa).

 

Por: Sandra Rosa, Aline Lima e Bia Rosa Chiodeli

 

 

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