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Bom Samaritano – Homem surpreende e doa mais de 134 mil reais para a APAE de São Joaquim

Um morador de São Joaquim, mais conhecido com Roberto Carlos Moreira, editor do Jornal Almanaque do Roberto e do site www.robertocarlosmoreira.com.br e que trabalhava na Biblioteca do Colégio São José há alguns anos atrás, efetuou um depósito de mais de 134 mil reais para a APAE de São Joaquim.

O fato foi evidenciado no próprio site, nas redes sociais e confirmado pela direção da APAE de São Joaquim.

 

Veja o relato de Roberto Carlos Moreira no Facebook:

 

 

A APAE de São Joaquim emitiu uma nota de agradecimento ao bom samaritano:

Em nome da APAE de São Joaquim, alunos, famílias, profissionais, madrinhas, voluntárias, funcionários e diretoria; agradecemos a considerável doação que realizou a nossa entidade.
Com certeza este recurso fará a diferença aos nossos 102 alunos matriculados atualmente em nossa escola.

Desejamos que todo o bem realizado retorne em bênçãos para sua vida, pois pessoas como você fazem a diferença no mundo em que vivemos.

Que Deus em sua infinita bondade guie sempre seus passos.
Gratidão!

Família APAEana de São Joaquim- SC.


No seu próprio site, Roberto Carlos Moreira conta um pouco do que sofreu até doar todo o seu dinheiro para a APAE de São Joaquim:

 

“- O R[…] vivia me caçando quando eu levava as crianças sem condições para praticar esportes de graça no ginásio “público” de esportes de São Joaquim-SC, com a criação de minhas escolinhas de futebol e volei.

– Trabalhava sem ganhar nada na Biblioteca do Colégio São José em São Joaquim-SC, sob a escravidão das merendeiras e demais funcionários que escondiam a merenda escolar e quebravam o registro de água para eu não tomar banho. E depois escondiam o alicate para eu não conseguir abrir o registro. E a merenda que sobrava nas férias escolares, eles doavam para um carroceiro alimentar os seus porcos.

– A gente vai comprar num supermercado ou loja de qualquer lugar do Brasil, e os seguranças brancos e PRETOS ficam caçando a gente pelos corredores, constrangendo e humilhando a gente na frente dos clientes mais abastados, mesmo tendo CÂMERAS no local.

– O que aconteceu comigo em Itajaí – SC, quando a direção me proibiu de estudar e trabalhar no COLÉGIO NEREU RAMOS alegando que eu “fingia” que estudava só para ganhar dinheiro na frente da escola, fazendo a prefeitura a  levar o meu carrinho de pipocas e a polícia a insinuar que eu vendia drogas, estava se repetindo nos dias atuais  com a venda do meu jornalzinho nos SEMÁFOROS de Goiânia-GO.

– Depois que a direção do Colégio Nereu Ramos em Itajaí-SC, me proibiu de estudar e trabalhar na frente da escola, tentei voltar a vender sorvetes e picolés em Navegantes-SC.

– Eu vendia sorvetes e picolés com alvará na fila do ferri-boat em Navegantes, sob ameaças constantes e diárias de um segurança da prefeitura.

– Depois que a prefeitura de Itajaí-SC, levou o meu carrinho de pipocas com alvará, e o segurança da prefeitura de Navegantes-SC, jogou o meu carrinho de sorvetes ao chão e pisoteou, tentei sobreviver pedindo esmolas em várias cidades. Passei inclusive por São Joaquim-SC.

– Em São Joaquim eu fui torturado e a [..] por policiais militares e pelo professor G […]. O professor G. […] e os demais policiais alegaram que me bateram por eu estar usando barba e não ser reconhecido por eles.

– Fui vender cartões telefônicos da Oi em Pindamonhangaba-SP, e o delegado da cidade apreendeu todos os meus cartões telefônicos, alegando que os meus cartões eram contrabandeados do Paraguai. E ainda fui detido e assaltado pelos guardas municipais.

– Alguns hotéis negavam vaga por causa da minha máscara. O pior período foi no tempo da vaca louca e da gripe suína. Os hotéis caindo aos pedaços não me aceitavam. E os hotéis mais caros me hospedavam, sem fazer perguntas.

[…]

– Quando estou sendo assaltado na rua ou sofrendo outro tipo de violência, a polícia diz que nunca tem viatura disponível.

– EU FINGIA QUE ESTUDAVA PARA GANHAR MAIS DINHEIRO EM ITAJAÍ – SC.

– EU USAVA MÁSCARA PARA GANHAR MAIS DINHEIRO EM GOIÂNIA – GO.

– Eu trabalho sorrindo nos semáforos de Goiânia, as pessoas não gostam.

– Eu trabalho correndo nos semáforos de Goiânia, as pessoas também não gostam.

– Resolvi então doar todas as minhas economias e morar nas ruas de Goiânia-GO.

– Já que eu não posso CRESCER, eu fiz todo o dinheiro da minha poupança DESAPARECER.”

Trecho extraído do site http://www.robertocarlosmoreira.com.br

Veja essa confissão de forma completa de Roberto Carlos Moreira acessando o site: www.robertocarlosmoreira.com.br

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