Dia do engenheiro agrônomo. Brasil merece um Nobel da Paz

Alysson Paolinelli foto/Divulgação

Norman Borlaug, o pai da revolução verde recebeu o Nobel da Paz em 1970 pela sua luta contra a fome no mundo. Esteve no Brasil em 1953 e chegou a considerar que seria muito difícil no sul do país podermos produzir trigo, pois os solos brasileiros não eram adequados.

Entretanto agrônomos brasileiros acreditavam que seria possível corrigir solos, fertilizar as terras e o próprio Borlaug afirmou: “quando o Brasil aprender a produzir em terras fracas será o celeiro do mundo”. Já vamos atingir cerca de 270 milhões de toneladas nesta nova safra e mais de 1 bilhão de toneladas em diversos produtos originados no campo, como a hortifruticultura, proteína animal e madeiras plantadas.

O Brasil merece um Nobel da Paz. Um engenheiro agrônomo símbolo, que representa a toda essa categoria é o ex-ministro Alysson Paolinelli (foto), de Lavras, com uma justa autoridade e reputação onde quer que se apresente. Dificilmente alguém nestes anos todos não tem agradecimentos e fortes histórias de progresso relacionada ao Paolinelli. Eu mesmo, na Agroceres, me lembro de atos fundamentais do Alysson Paolinelli estimulando o desenvolvimento da genética suína ao nosso lado.

Hoje é dia da Padroeira do Brasil, Nossa Senhora da Aparecida, que o Brasil siga cada vez mais o caminho da paz, e dia dos engenheiros agrônomos, uma categoria de trabalhos relevantes para o país, para a humanidade e para a paz.

Podemos e iremos dobrar o agro brasileiro nos próximos 10 anos. Com Nossa Senhora da Aparecida e com o trabalho inteligente nos nossos campos e agroindústrias. Alysson Paolinelli merece o Nobel da Paz, e o Brasil também pelos alimentos que aprendeu a produzir neste cinturão tropical do mundo.

Por José Luiz Tejon para Jovem Pan

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