Formatura do Curso Técnico em Agronegócio em São Joaquim em imagens

Há dois anos, 22 alunos iniciam o Curso Técnico em Agronegócio da rede e-Tec no polo de São Joaquim, desenvolvido em Santa Catarina pela Administração Regional do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar/SC), órgão vinculado à Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Santa Catarina (Faesc).

Neste ultimo sábado (23), o sonho da conclusão da quarta turma do curso no município tornou-se real. A solenidade de colação de grau aconteceu na sede da Associação Atlética do Banco do Brasil (AABB) do município.

O presidente do Sindicato Rural de São Joaquim Antônio Marcos Pagani de Souza participou da entrega dos certificados, também estavam Gilmar Antônio Zanluchi,  Katia Zanela.

O presidente do Sindicato Rural de São Joaquim, um dos parceiros na realização do curso, e vice-presidente de finanças da Faesc, Antônio Marcos Pagani de Souza, fala com orgulho da conclusão de mais uma turma.

“Fomos um dos primeiros polos de apoio presencial a inaugurar em Santa Catarina, ainda em 2016, e ver o fruto desse trabalho é algo que muito nos alegra. O nível técnico desses profissionais contribuirá exponencialmente com o agronegócio da região”, destaca o presidente.

O curso teve 80% da carga horária a distância e 20% em encontros presenciais realizados. Um dos grandes diferenciais são as visitas técnicas realizadas em propriedades rurais a fim de aproximar os alunos da realidade vivenciada e dos desafios e oportunidades que eles terão pela frente.

De acordo com o superintendente do Senar/SC, Gilmar Antônio Zanluchi, os profissionais tornam-se aptos a identificar as principais potencialidades, limitações e desafios futuros do agronegócio e das principais cadeias produtivas da agropecuária brasileira. “Além disso, analisarão problemas em sistemas e processos de gestão e de produção, reconhecerão os processos e sistemas agroindustriais e de melhoria da qualidade de produtos e serviços e poderão aplicar técnicas de empreendedorismo com capacidade crítica, criativa e inovadora”, complementa.

A coordenadora estadual do curso, Katia Zanela, observa que os técnicos recém-formados poderão trabalhar tanto em propriedades rurais, indústrias, federações e associações, como em empresas de pesquisa e fomento. “É um mercado de oportunidades”, afirma.

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