Como saber se o choro do seu bebê é de cólica?

O choro é a principal forma de comunicação dos pequenos e pode ser a pista de muitos desconfortos diferentes, como no caso da cólica. Pois, começo da vida de um bebê é repleto de aprendizados e descobertas. Lidar com tudo isso de uma só vez, com certeza, não deve ser fácil, afinal os pequenos não têm como expressar desejos, vontades e frustrações para os pais.

A melhor forma de colocar tanto sentimento para fora é por meio do choro, o que acaba deixando muitas mães apreensivas. Será que o meu bebê está doente? Sentindo dor? Devo correr para o pronto-socorro mais próximo? Não se culpe se ficar sem saber o que fazer – ou mesmo se perder a paciência.

Sabemos que enfrentar essa situação é difícil para qualquer pai e mãe, mas é preciso manter a calma e, com a nossa ajuda, você vai conseguir identificar melhor o choro da cólica.

O primeiro passo é compreender que chorar faz parte da rotina do recém-nascido. É a forma de “alertar” o adulto de que algo está incomodando, como fralda suja, sono, frio, fome, dentes nascendo e cólica.

Este último, aliás, é um dos motivos mais comuns pelos quais os bebês choram, principalmente nos primeiros meses de vida. Isso porque o sistema digestivo ainda é imaturo e pode sofrer com a digestão do leite, causando inchaço e gases.

Mas como saber se os pequenos estão com cólica de fato?

Uma das habilidades que as mães desenvolvem com o nascimento dos filhos é o de investigar por conta própria o que está acontecendo. Por isso, a dica é checar cada situação que poderia estar causando desconforto ao bebê, sem entrar em pânico.

Um começo é tentar reconhecer as características específicas de cada choro, por exemplo. Pode não parecer, mas os bebês conseguem chorar de muitos jeitos diferentes.

Persistente e incansável

De acordo com pediatra Marcus Renato de Carvalho, professor da Faculdade de Medicina da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e especialista em amamentação, o choro da cólica é persistente e expressa dor, sofrimento e muita irritabilidade, o que o torna diferente dos demais tipos de choro do bebê. Além disso, ele pode vir acompanhado de outros sinais importantes e que merecem atenção, como gases, barriguinha endurecida e punhos fechados, que são reflexos do bebê à dor intestinal.

O choro da cólica também pode ser identificado de acordo com sua duração dentro de uma regra que avalia horas, dias e semanas em que o bebê chorou com mais insistência. Parece complicado, mas é bem simples: o pediatra Marcus Renato de Carvalho explica que essa é a chamada “regra de três”, ou seja, choro de cólica costuma ter duração de cerca de três horas, ocorre em, pelo menos, três dias da semana e por mais de três semanas. Ficar de olho nessa regrinha pode ajudar a decifrar o choro do seu bebê.

Os tipos de choro

De acordo com o pediatra Marcus Renato de Carvalho, o choro faz parte do desenvolvimento neurológico do bebê e algumas pistas relacionadas ao som emitido pelo bebê podem ajudar os pais a entender o que ele expressa.

“A musicista australiana Priscilla Dunstan estudou os reflexos dos bebês na hora do choro para identificar o tipo de desconforto que eles sentiam, independente da nacionalidade, língua ou raça. Priscilla passou anos observando os vários tipos de choro, inclusive do seu próprio filho. Ela acabou descobrindo que existem diferenças entre o som, a forma do choro e seus significados”, explica o pediatra.

A musicista observou que quando eles estão com fome, por exemplo, o choro vem acompanhado de um movimento de “sucção”, com um som parecido com “né”, como se eles estivessem em busca do peito da mãe. O choro de sono, por sua vez, lembra o som “au”, já que os bebês fazem um movimento circular com a boca, devido à vontade de bocejar.

O choro de vontade de arrotar é um pouco mais

O choro é a principal forma de comunicação dos pequenos e pode ser a pista de muitos desconfortos diferentes, como no caso da cólica. O começo da vida de um bebê é repleto de aprendizados e descobertas. Lidar com tudo isso de uma só vez, com certeza, não deve ser fácil, afinal os pequenos não têm como expressar desejos, vontades e frustrações para os pais.

A melhor forma de colocar tanto sentimento para fora é por meio do choro, o que acaba deixando muitas mães apreensivas. Será que o meu bebê está doente? Sentindo dor? Devo correr para o pronto-socorro mais próximo? Não se culpe se ficar sem saber o que fazer – ou mesmo se perder a paciência.

Sabemos que enfrentar essa situação é difícil para qualquer pai e mãe, mas é preciso manter a calma e, com a nossa ajuda, você vai conseguir identificar melhor o choro da cólica.

O primeiro passo é compreender que chorar faz parte da rotina do recém-nascido. É a forma de “alertar” o adulto de que algo está incomodando, como fralda suja, sono, frio, fome, dentes nascendo e cólica.

Este último, aliás, é um dos motivos mais comuns pelos quais os bebês choram, principalmente nos primeiros meses de vida. Isso porque o sistema digestivo ainda é imaturo e pode sofrer com a digestão do leite, causando inchaço e gases. Mas como saber se os pequenos estão com cólica de fato?

Uma das habilidades que as mães desenvolvem com o nascimento dos filhos é o de investigar por conta própria o que está acontecendo. Por isso, a dica é checar cada situação que poderia estar causando desconforto ao bebê, sem entrar em pânico.

Um começo é tentar reconhecer as características específicas de cada choro, por exemplo. Pode não parecer, mas os bebês conseguem chorar de muitos jeitos diferentes.

Persistente e incansável

De acordo com pediatra Marcus Renato de Carvalho, professor da Faculdade de Medicina da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e especialista em amamentação, o choro da cólica é persistente e expressa dor, sofrimento e muita irritabilidade, o que o torna diferente dos demais tipos de choro do bebê.

Além disso, ele pode vir acompanhado de outros sinais importantes e que merecem atenção, como gases, barriguinha endurecida e punhos fechados, que são reflexos do bebê à dor intestinal.

O choro da cólica também pode ser identificado de acordo com sua duração dentro de uma regra que avalia horas, dias e semanas em que o bebê chorou com mais insistência. Parece complicado, mas é bem simples: o pediatra Marcus Renato de Carvalho explica que essa é a chamada “regra de três”, ou seja, choro de cólica costuma ter duração de cerca de três horas, ocorre em, pelo menos, três dias da semana e por mais de três semanas.

Ficar de olho nessa regrinha pode ajudar a decifrar o choro do seu bebê.

Os tipos de choro

De acordo com o pediatra Marcus Renato de Carvalho, o choro faz parte do desenvolvimento neurológico do bebê e algumas pistas relacionadas ao som emitido pelo bebê podem ajudar os pais a entender o que ele expressa.

“A musicista australiana Priscilla Dunstan estudou os reflexos dos bebês na hora do choro para identificar o tipo de desconforto que eles sentiam, independente da nacionalidade, língua ou raça. Priscilla passou anos observando os vários tipos de choro, inclusive do seu próprio filho. Ela acabou descobrindo que existem diferenças entre o som, a forma do choro e seus significados”, explica o pediatra.

A musicista observou que quando eles estão com fome, por exemplo, o choro vem acompanhado de um movimento de “sucção”, com um som parecido com “né”, como se eles estivessem em busca do peito da mãe.

O choro de sono, por sua vez, lembra o som “au”, já que os bebês fazem um movimento circular com a boca, devido à vontade de bocejar.

O choro de vontade de arrotar é um pouco mais específico, com um som parecido com “ê”, que nada mais é do que a tentativa do bebê de arrotar por conta própria.

O choro de desconforto, que pode estar relacionado à troca de fralda ou ao frio, vem acompanhado do som “heh”. Por fim, o choro da cólica é o mais persistente de todos, com um som que se assemelha a “ear” e com indícios de que o bebê está sentindo muita dor. Esses sons, claro, podem sofrer variações, mas com um pouco de atenção é possível identificar as particularidades do seu bebê.

Como aliviar a cólica

“Em geral, a cólica do lactente desaparece aos três meses de vida. Antigamente, acreditávamos que a cólica era parte do desenvolvimento fisiológico do bebê e não necessitava de nenhum tipo de atenção específica. No entanto, além do sofrimento que ocasiona no bebê, a cólica do lactente pode se associar com muita ansiedade nos pais e redução na qualidade de vida da família”, observa o pediatra.

Nessas horas, saiba que é possível contar com a simeticona para o alívio imediato e seguro das cólicas. Luftal, composto por simeticona, não é absorvido pelo organismo e á marca mais prescrita pelos pediatras*. Em apenas 10 minutos, combate a cólica no seu bebê e, consequentemente, a sua angústia por vê-lo com tantas dores.

Segundo o pediatra Marcus Renato de Carvalho, o choro da cólica só deve ser motivo de preocupação quando durar mais que o normal, depois que a mãe tiver oferecido todas as alternativas possíveis para amenizar o sofrimento do bebê.

Nesse caso, é preciso entrar em contato com o pediatra e averiguar o que está por trás desse incômodo tão grande, que pode ser algo além da cólica.

A importância do autocuidado

Nas horas de desespero, é importante lembrar que a maternidade não é – e nem deve ser – uma jornada solitária. Sabemos que as crises de choro de cólica do bebê afetam muito o emocional das mães, que precisam de todo o apoio da família para não sucumbir ao desgaste físico e mental dessa etapa.

É difícil, mas também é fundamental cuidar de si para conseguir atender às necessidades do bebê que a espera.

“A mãe precisa de apoio, de intervalos de descanso e ser substituída para que possa se reabastecer física e emocionalmente. Quando ela se sente apoiada, tem mais condições de enfrentar as cólicas do seu bebê”, afirma o pediatra Marcus Renato de Carvalho. Por isso, dividir os cuidados do bebê com o companheiro ou familiares não é nenhum pecado, muito pelo contrário.

Aproveite essa folguinha para dormir, tomar um banho relaxante ou mesmo fazer alguma atividade que sempre lhe trouxe prazer antes da maternidade, como rever amigos ou ir ao cinema. Pequenos gestos de autocuidado fazem bem para a mãe e, consequentemente, para o bebê. Invista nessa ideia.

Médico consultado: Marcus Renato de Carvalho.

Foto capa foto Divulgação

Fonte Minha vida.com

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