A elegia e a mídia brasileira – Por Henrique Córdova

Ao procurar, para reler, a “Elegia de Marienbad” lembrei-me da obra principal de seu autor – Goethe – intitulada “Fausto”. Nela, Mefistófeles declara: “ De tanto procurar sempre fazer o mal, acabo fazendo o bem”. Por associação de ideias, tornaram-se agressivos, em minha assustada mente, o comportamento de grande parte da mídia brasileira, em relação ao Presidente da República, escolhido democraticamente pela expressiva maioria dos eleitores brasileiros e a sua reação perante ele – o comportamento da aludida parte da mídia. Todos, já percebemos que ela, através de seus medíocres representantes, para deles dizer o mínimo, tem agredido Jair Bolsonaro e seus familiares de maneira injusta, grosseira, persistente e criminosa.

O simples uso desajeitado de uma máscara protetora pelo Presidente, para enfrentar a pandemia provocada pelo “corona-vírus”, é motivo para comentários maldosos e inapropriados. Tão abusivos e temerários têm sido os assaques ao Presidente e seus familiares, que eles estão produzindo efeito contrário ao que alvitram. De tanto falar mal do Presidente, a parte da mídia a que me refiro lhe está fazendo bem e aos seus filhos, por vezes, merecedores de carinhosas palmadas corretivas.

Atos injustos reiterados provocam justiça contra seus autores ao produzirem vítimas dignas de comiseração. O maior bem, contudo, que o mal produzido por parte da mídia contra Bolsonaro e seus familiares está na explicitação da promíscua, corrupta e abjeta relação mantida, no passado, por ela com o Erário… Daí a razão pela qual Bolsonaro reclama da Globo e o Presidente do STF rasga elogios à imprensa, em geral? …

E todos sentados à mesma mesa para tratar de uma pandemia que ameaça a saúde do povo brasileiro… Mal pergunto: – Onde estavam, naquele instante, Maia e Alcolumbre – Presidentes da Câmara dos Deputados e do Senado Federal? O primeiro dirige a Casa onde têm assento os representantes do povo ameaçado e, na segunda, os representantes dos Estados onde todos temos domicílio.

Não acham tudo isso muito estranho e preocupante? Parece-me que em nosso Brasil queremos democracia sem democratas e nutrimos nostalgia da corrupção, que dizemos combater… Muito estranho! Divisão e hostilidade, quando união e harmonia são imposições das circunstâncias. Para mim, pelo menos, muito estranho e … Preocupante.

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