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Internacionalmente reconhecida – Indicação Geográfica da Maçã Fuji tem evolução após Workshop em São Joaquim

Na sexta-feira (6) a cidade de São Joaquim e municípios vizinhos produtores de maçã, se reuniram para discutir sobre a importância do trabalho de Identificação Geográfica da Maçã Fuji, no auditório da desativada Agência Desenvolvimento Regional (ADR).

A região de São Joaquim é internacionalmente reconhecida por esse produto. Atualmente, junto a outros produtos com identidade territorial, como mel de melato de bracatinga, goiaba serrana, queijo serrano, carne a base de pasto, o frescal e os vinhos de altitude busca a identificação geográfica para agregar maior valor ao produto.

Paulo Arruda, Diretor de Extensão Rural e Pesqueira da Epagri, explicou sobre a importância do projeto para São Joaquim:

Estamos aqui realizando o 1º Workshop sobre a Indicação Geopgráfica (IG) da Maçã, apresentando o projeto e discutindo com os produtores a sua importância para o estado de Santa Catarina e para a Região Serrana. A Epagri, juntamente com o Sebrae, Ministério da Cultura e os produtores, desenvolveram pesquisas onde se vê a cultura da região, o histórico do desenvolvimento da maçã, desde os primeiros pés plantados em 1904 e, a partir disso, ir construindo história junto com o diferencial de um produto com características únicas em Santa Catarina, Brasil e mundo. O IG significa dar proteção, criar uma marca para esse produto, no nosso caso, a maçã Fuji.  Todo esse processo pode levar de 1 a 2 anos, dependendo muito da adesão dos produtores. No primeiro momento estamos fazendo o levantamento histórico da região, conversando com os produtores e fazendo análises na maçã Fugi, que está mais propensa a ter um diferencial como a melhor maçã do mundo.” Informou Paulo Arruda, Diretor de Extensão Rural e Pesqueira da Epagri.

Presidente da AMAP Rogério Pereira

Já o Presidente da AMAP – Rogério Pereira, destacou a valorização da maçã com este projeto após sua conclusão:

É, sem dúvida, um evento muito importante e que está sendo discutido com todos os setores da maçã brasileira, principalmente da Região de São Joaquim, com técnicos, Associação Brasileira, empresas, cooperativas, produtores e todo o setor do negócio da maçã.  Para nós, indiscutivelmente, vai ter um bom encaminhamento, porque, devido as condições climáticas, nós produzimos uma das melhores maçãs do Brasil, o que favorece a indicação Geográfica na região. Ainda temos um processo longo de conversas, palestras, entendimento, para que possamos ter um resultado positivo, o que vai resultar em bons negócios futuramente, melhora de preços e uma valorização melhor do produto.” Destacou o Presidente da AMAP Rogério Pereira.

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