Explosão em lareira ecológica causa incêndio em residência no RS; Veja cuidados essenciais com este tipo de lareira

Uma lareira ecológica explodiu em uma residência na cidade de Taquara, no Vale do Paranhana. De acordo com o Corpo de Bombeiros da cidade, que atendeu a ocorrência neste domingo (29), o fogo teria saído do controle no momento do abastecimento da lareira com álcool. Ninguém se feriu.

As chamas causaram danos na cozinha e na sala do imóvel, localizado no bairro Fogão Gaúcho.

Em maio, o ex-zagueiro Lúcio sofreu queimaduras após acidente com uma lareira ecológica na casa de amigos no Distrito Federal. O pentacampeão mundial teve ferimentos em quase 20% do corpo e recebeu alta em junho.

Veja cuidados essenciais com lareira ecológica:

Seja com lareiras ecológicas, seja com chaleiras ou aquecedores, o inverno pede atenção. Veja algumas dicas dos especialistas:

  • Nunca reabasteça a lareira enquanto ela ainda estiver quente;
  • Espere pelo menos 30 minutos após o uso para reabastecer;
  • Não utilize álcool comum de posto ou produto inadequado;
  • Evite usar a lareira em ambientes muito fechados e sem ventilação;
  • Jamais durma com a lareira acesa;
  • Mantenha crianças e pets longe do equipamento;
  • Não transporte a lareira acesa de um cômodo para outro.

Reabastecer

É comum o usuário perceber que a chama enfraqueceu e, de forma impulsiva, despejar mais álcool no reservatório ainda quente, por exemplo. Segundo os especialistas, esse é um erro grave.

O correto é esperar pelo menos 30 minutos para o resfriamento completo antes de qualquer recarga.

“Se esse ambiente não tiver aberturas para a troca de ar, a gente vai ter a presença de gases, como o monóxido de carbono, e a baixa da quantidade de oxigênio no ar, o que é um risco para a saúde”, explica o engenheiro civil e de segurança do trabalho Demétrio Neto.

O 1º tenente Vagner Silveira da Silva, do Corpo de Bombeiros, reforça:

“Esses líquidos combustíveis, em regra, eles são bem voláteis. Então, o vapor do combustível pode causar uma explosão ou descontrole da chama”, comenta o tenente.

Com informações: G1

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