Já passou por sua cabeça que hoje em dia vivemos num mundo de solidão? Numa era em que estamos cada vez mais conectáveis há quem, no final do dia, se sinta sozinho ou seja nunca estivemos tão conectados e tão sós. Perante o uso cada vez mais intenso das redes sociais o responsável por um crescente isolamento face ao mundo real. Onde trocamos muitas coisas, por rede sociais, vivemos num mundo conectados, deixamos que algo que realmente importa de lado, só para ficar algumas horas Facebook, Instagram, essa era nos desliga das coisas do mundo real e acabamos vivendo às coisas do mundo digital, passamos a ser quem a gente não é, ou melhor somos alguém que criamos, porque em rede sociais podemos ser o que queremos, nos tornando algo que muitas vezes não somos, fazemos coisas para ser aceito, mas na verdade estamos usando uma válvula de escape, muitas vezes para fugir de alguma coisa, coisas que nos afasta cada vez mais do mundo real, só para vivemos no mundo digital e com isso vivendo cada vez mais conectado.


As pessoas se preocupam em receber muitos elogios e muitos likes,mas nunca se sentem assim,como elas lhe verem, com isto desligam telefone e choram, porque não se identificam, sentem se incompletas, apesar de as pessoas às lhe elogiar muito, sentem se incompletas.
Instagran, facebook estes funcionam como uma espécie de aprovação social. Tipo mostrar imagens na academia achando que e importante mostrar a barriga inexistente e os abdominais definidos, acreditar que assim combatera os complexos corporais de que há muito é principalmente as as redes sociais principalmente o facebook é muito utilizado para partilhar histórias sobre depressão e inseguranças pessoais.É sentido também a necessidade crescente em querer constantemente agradar o outro.
Procura se na tecnologia formas de estar em relações e, ao mesmo tempo, formas de se proteger dessas mesmas relações. O problema da intimidade digital, garante, é que ela é incompleta tem uma “fortíssima dificuldade” em se desligar das redes sociais. Por ser particularmente insatisfeito com a sua versão offline, procura no universo online uma espécie de consolo e bem-estar.

Hoje em dia não se vê mais crianças jogando bola nas ruas, pé na bola, hoje em dia você vê crianças, homens e mulheres na frente de um celular, computador, muitas vezes não se falamos mais olhando nos olhos, mas sim por mensagens, hoje os relacionamentos estão cada vez mais complicados pessoas preferem trocar um jantar, uma viagem só para ficar na rede sociais sente-se deprimidas e acabam vivendo e tornou-se algo que um dia jamais iriam ser.





Sendo que até hahá pouco menos de 10 anos atrás, era um tempo que não se perdia a Vida com um celular na mã,.ou seja antes sim era o tempo da comunicação, porém hoje é o tempo da ilusão. O tempo do modo “on”. Tudo muito próximo e ao mesmo tempo tão distante. Um vazio .Tudo parece presente…Mas quase tudo é ausente.

Hoje é tempo de Whatts, Twitter, Facebook, Tumblr, Blog, Vlog, Instagram, Gps móvel, etc.
Filmamos tudo. Fotografamos tudo. Postamos em tempo real.






Os celulares são necessários e úteis em diversos momento do cotidiano. Porém, quando a tecnologia começa a causar efeitos negativos no corpo, pode ser o indício de um vício. “O uso abusivo do aparelho começa a se manifestar no corpo e revela alguns transtornos mentais.
A dependência do celular é um problema preocupante e que já é observada por especialistas já há algum tempo e tem até um nome: Nomofobia. que é uma compulsão caracterizada pelo medo irracional de permanecer isolado e desconectado do mundo virtual.
Na abstinência do celular ou tablet (internet), os sintomas são muito semelhantes aos da síndrome de abstinência de drogas como álcool e cigarro. É importante ressaltar que a nomofobia está geralmente relacionada com comorbidades secundarias de outros transtornos, principalmente os transtornos de ansiedade, tais como fobia social, síndrome do panico e transtorno obsessivo compulsivo.
Alguns dos seus sintomas:
-Forte irritação se o aparelho fica sem bateria.
-Medo, ansiedade, estresse e ataques de pânico ao pensar em sair sem celular. Os sintomas podem levar a outros efeitos colaterais, como tremores, sudorese, tontura, dificuldade em respirar, náuseas, dor no peito, aceleração da freqüência cardíaca.
-Sensação do celular vibrando no bolso, mesmo sem estar com ele(toque fantasma).
-Ele é a primeira coisa que você checa ao acordar – e, na maioria das vezes, dorme com ele embaixo do travesseiro ou no criado mudo ao lado.
-Você gosta adora aquela sensação de estar super informado e atualizado sobre tudo o que acontece no mundo e nas redes sociais dos amigos que, mesmo quando está em um jantar romântico, não consegue evitar e chega e prestar pouca atenção a pessoa no jantar para ficar de olho no celular.

Confira: Como curar o vício em celulares? Comece aos poucos
David Greenfield, fundador do Centro para Vício em Internet e Tecnologia, em Connecticut, diz que cortar os hábitos de forma brusca não é a melhor saída. Ele sugere começar desligando o celular durante o jantar. Depois de algum tempo, tente deixar o aparelho em casa enquanto sai para caminhar.
“Estabeleça seus próprios limites”, sugeriu. “Comece com pequenas mudanças e tente novos progressos com o tempo.” Desabilite as notificações – Sem notificações = Sem razão para ficar checando o seu smartphone.
Na teoria, funciona. Estabeleça períodos sem o aparelho – Você não precisa de seu telefone na mesa de jantar, na hora do banho, ou enquanto estiver assistindo a um filme ou lendo um livro.
Tente estabelecer períodos sem o telefone durante o dia. Por exemplo, você pode colocar o telefone no Modo Avião durante a primeira hora depois de chegar em casa do trabalho.
Provavelmente, vai estar ocupado fazendo o jantar, passando tempo com a sua família ou se arrumando para sair.
Faça atividades físicas: passar um tempo ao ar livre praticando exercícios dificulta a interação por formas digitais.
Menos redes sociais: nem sempre ficar conectado é algo ruim. Por exemplo: você pode utilizar a internet para fazer cursos livres, conhecer roteiros de viagem ou procurar receitas de culinária.
Desapegue: se você costuma carregar o celular para qualquer lugar – mesmo que seja da sala para a cozinha -, tente deixá-lo longe de você por alguns períodos. Momento crítico: depois de alguns dias seguindo essas dicas, faça uma autoavaliação e tente verificar o tempo dedicado à internet, assim, será mais fácil verificar se está tendo progressos.

Por Sandra Rosa , colaboração Jhonatan Calixton , Francisco Vieira.






