Robert F. Kennedy Jr. foi confirmado como o novo chefe do Departamento de Saúde e Serviços Humanos dos EUA (HHS, na sigla em inglês), marcando o início de uma nova era na política de saúde americana, após o ex-candidato à presidência questionar abertamente a segurança das vacinas utilizadas e prometer remover corantes alimentares artificiais do suprimento alimentar dos Estados Unidos.
Kennedy foi aprovado em uma votação amplamente partidária, com 52 votos a favor e 48 contra, após tensas audiências de confirmação nas quais foi questionado sobre a possibilidade de desmantelar a infraestrutura de imunização dos EUA e sua mudança de posição em relação à política de aborto.
Kennedy, que inicialmente se candidatou como democrata antes de mudar para um partido de terceira via e, mais tarde, suspender sua campanha para apoiar Trump, agora terá influência sobre a Administração de Alimentos e Medicamentos (FDA, na sigla em inglês), que decide se aprova tratamentos médicos de ponta, e os Centros de Controle e Prevenção de Doenças dos EUA (CDC, na sigla em inglês), que emitem recomendações para o uso de vacinas e saúde pública.




