Entre memórias e tradições: O Encontro da Realeza da 25ª Festa Nacional da Maçã com a historiadora Maria de Lourdes Hugen

A Realeza da 25ª Festa Nacional da Maçã vivenciou um momento formativo e cultural por meio do projeto Café com Cultura, realizado na residência da historiadora Maria de Lourdes Hugen, referência na preservação da memória e da história de São Joaquim.

A iniciativa teve como objetivo aprofundar o conhecimento da Realeza sobre a trajetória da Festa Nacional da Maçã e sobre os fundamentos históricos que consolidaram o município como Capital Nacional da Maçã, fortalecendo a compreensão do papel institucional que a Realeza exerce junto à comunidade e aos visitantes.

Maria de Lourdes Hugen desempenha papel essencial como guardiã da memória joaquinense, dedicando sua vida ao registro, à pesquisa e à transmissão da história local para as novas gerações. Por meio do Café com Cultura, o passado de São Joaquim é valorizado, contextualizado e mantido vivo, fortalecendo o sentimento de pertencimento e a identidade cultural do município.

Durante o encontro, foram abordados aspectos históricos da Festa Nacional da Maçã, compreendida não apenas como um evento, mas como resultado de décadas de trabalho, pesquisa, produção e construção coletiva vinculadas à fruticultura de clima temperado. Dados oficiais do IBGE e da Epagri/Cepa confirmam Santa Catarina como o maior produtor de maçã do Brasil, com São Joaquim destacando-se como o principal município produtor do país, resultado de condições climáticas singulares, pioneirismo técnico e do trabalho contínuo de gerações de produtores rurais.

Ao vivenciar essa experiência, a Realeza fortalece seu papel como representante da Festa, da história e da identidade cultural de São Joaquim, compreendendo que ser Realeza vai além da representação simbólica, envolvendo também o compromisso de conhecer, valorizar e transmitir o legado que sustenta o reconhecimento nacional do município.

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