Apesar do clima de alívio e da vitória convincente da Seleção Brasileira por 3 a 0 contra o Haiti na última sexta-feira (19), os bastidores do Brasil na Copa do Mundo de 2026 ganharam um tom de forte preocupação. O atacante Raphinha, um dos pilares do esquema tático do técnico Carlo Ancelotti, acendeu o sinal de alerta no departamento médico após deixar o gramado queixando-se de dores agudas na coxa direita.
O jogador sentiu o desconforto muscular ainda durante a partida e precisou ser substituído imediatamente. A imagem do atacante iniciando o tratamento com gelo ainda no banco de reservas já indicava o tamanho do problema enfrentado pela delegação brasileira em solo americano.
Reavaliação e Mistério

De acordo com informações de bastidores vindas da comissão técnica, a situação de Raphinha é tratada com extrema cautela e considerada “preocupante”. O atleta passa por uma bateria de exames de imagem detalhados neste fim de semana para avaliar a gravidade exata da lesão — se trata-se apenas de uma fadiga extrema ou de um estiramento muscular que possa tirá-lo do restante da fase de grupos.
A perda de Raphinha seria um golpe duro para Ancelotti, que tem no atacante uma das principais válvulas de escape em velocidade e recomposição tática pelo lado direito do campo.
Reta final da fase de grupos

Enquanto o departamento médico corre contra o tempo para recuperar o jogador, o restante do elenco já vira a chave focado no próximo desafio. O Brasil volta a campo na próxima quarta-feira (24), em Miami, onde enfrentará a Escócia.
Se por um lado a situação de Raphinha preocupa, por outro, a comissão técnica celebra a evolução clínica de Neymar, que vem demonstrando melhoras significativas nos treinamentos e pode virar opção crucial para os próximos confrontos decisivos do Mundial.






