Avião da Voepass operava sem gravar 8 informações da caixa-preta, um dos dados podem comprometer investigação de acidente

A ANAC confirmou que o avião da Voepass que caiu em Vinhedo (SP), resultando na tragédia de 62 vidas perdidas, operava com autorização provisória e não registrou oito dos 91 parâmetros exigidos. Embora a Anac afirme que isso não prejudica as investigações, a situação levanta preocupações sobre a segurança aérea. Vamos acompanhar os desdobramentos desse caso.

A companhia aérea era autorizada por uma licença temporária de 18 meses concedida pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), deferida em 1° de março de 2023.

A medida foi determinada a partir de um pedido da Voepass. A companhia pretendia incorporar a aeronave à sua frota, mas o avião não estava apto a gravar todos os parâmetros operacionais exigidos pelo Regulamento Brasileiro de Aviação Civil (RBAC n° 121).

A determinação isenta a empresa de registrar importantes informações nos gravadores digitais do voo, apenas para o modelo ATR 72-500.

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