O exército israelense informou que os primeiros sete reféns, soltos pelo Hamas nesta segunda-feira (13), chegaram à instalação militar de Re’im, onde passarão por uma avaliação médica inicial e se reunirão com suas famílias.
O governo de Benjamin Netanyahu iniciou a libertação de palestinos detidos em prisões israelenses A troca faz parte do acordo de cessar-fogo firmado com o Hamas. A medida ocorre em paralelo à entrega de reféns do grupo à Cruz Vermelha na Faixa de Gaza.
Primeira etapa do cessar-fogo
Prisioneiros palestinos: Quase dois mil prisioneiros e detidos palestinos devem chegar nesta segunda-feira (13) ao Hospital Nasser em Khan Younis, na Faixa de Gaza. As famílias dos prisioneiros e detidos libertados — 1.700 deles que estão detidos sem acusação desde a prisão em Gaza, em 7 de outubro de 2023 — aguardam para encontrar seus entes queridos.
Os 20 reféns israelenses foram libertados pelo Hamas na Faixa de Gaza, como parte do acordo de cessar-fogo que prevê a troca por prisioneiros palestinos. Ao todo, 20 pessoas foram entregues à Cruz Vermelha — sete no primeiro grupo e 13 no segundo — e foram levadas para bases militares israelenses, onde passam por avaliação médica.
Os 48 reféns mantidos em Gaza estão sendo libertados com o intermédio da Cruz Vermelha. Os 20 reféns vivos e 28 supostamente mortos começaram a ser enviados para Israel na manhã de hoje — após 738 dias em cativeiro. A Faixa de Gaza está seis horas à frente do horário de Brasília.
Os reféns estão sendo recepcionados pela Cruz Vermelha e enviados para áreas dentro de Gaza controladas por Israel. Na sequência, eles devem ser levados para a base de Re’im, no sul israelense, onde vão encontrar suas famílias, segundo disse o porta-voz do governo israelense Shosh Bedrosian.
Após a confirmação da chegada dos reféns ao território controlado por Israel, cerca de dois mil prisioneiros palestinos devem ser liberados. A libertação dos reféns por completo deve acontecer até o meio-dia de hoje, relatou Bedrosian.






