O Ministério da Saúde alertou para o risco de reintrodução do sarampo no Brasil após a Copa de 2026 devido a surtos nos três países-sede. Estados Unidos, México e Canadá seguem com registros da doença. O senador Marcelo Castro (MDB-PI) destacou que o Brasil, considerado território livre da doença desde 2024, mantém vigilância e alta cobertura vacinal. A orientação é que viajantes se imunizem com a tríplice viral com antecedência de 15 dias do embarque.
O Ministério da Saúde emitiu um alerta sobre uma possível reintrodução do sarampo no Brasil após a Copa do Mundo de Futebol. O mercado estima que 70 mil brasileiros deverão acompanhar os jogos nos três países que vão sediar o campeonato em junho e julho. Segundo o Ministério da Saúde, Estados Unidos, México e Canadá sofrem surtos da doença. Desde 2024, o Brasil é considerado pela Organização Pan-Americana da Saúde um território livre do sarampo, como ressaltou o senador Marcelo Castro, do MDB do Piauí, ex-ministro da saúde. Marcelo Castro – Enquanto notamos aumento alarmante de casos de sarampo em outras partes do mundo.
No Brasil reforçamos a vigilância e promovemos ampla cobertura vacinal, visando prevenir surtos e garantir a proteção para todos. Infelizmente, não podemos deixar de mencionar o período sombrio que vivemos recentemente, quando o negacionismo em relação às vacinas permitiu que doenças antes eliminadas como o sarampo voltasse a ser um problema. O Ministério da Saúde recomenda a vacinação contra o sarampo e demais doenças para quem for acompanhar os jogos nos países-sede da Copa. O turista deverá conferir se sua caderneta de vacinação está atualizada no posto de saúde mais próximo. A tríplice viral deve ser tomada pelo menos 15 dias antes do embarque para garantir a proteção. Da Rádio Senado, Rodrigo Resende.






