Entretanto, o baixo comparecimento registrado durante a assembleia evidencia uma realidade preocupante: a falta de participação de grande parte dos produtores nos momentos em que suas opiniões podem ser efetivamente ouvidas e consideradas. O fortalecimento da representatividade do setor depende do envolvimento dos associados, pois é nas assembleias que são debatidos os desafios, definidas prioridades e construídas as estratégias para a defesa dos interesses da fruticultura catarinense.

É preciso compreender que a transformação da realidade do setor não acontece em grupos de WhatsApp ou nas redes sociais. As mudanças que os produtores tanto reivindicam — como preços mais justos para a maçã, redução da carga tributária, manutenção de subsídios, acesso a crédito, diminuição dos custos de produção e melhores condições para o custeio agrícola — dependem de organização, participação e representatividade. E isso se constrói por meio das entidades, das assembleias e dos espaços formais de debate e decisão.
Participar das assembleias não deve ser visto apenas como um direito, mas também como um compromisso de quem deseja contribuir para o fortalecimento da categoria. É nesses encontros que são definidas prioridades, construídas pautas e legitimadas as ações da associação perante governos, instituições e lideranças políticas. Quem busca mudanças concretas para o setor precisa estar presente nos momentos em que as decisões são discutidas e encaminhadas.
No dia 8 de junho, a AMAP realizou sua Assembleia Geral Ordinária, reunindo os associados para discutir pautas relevantes para o setor da maçã, incluindo temas que impactam diretamente a atividade produtiva e o futuro da cadeia produtiva em Santa Catarina. O encontro teve como principal objetivo garantir espaço para que os produtores pudessem se manifestar, apresentar demandas, contribuir com sugestões e participar das decisões que influenciam os rumos da associação.
Entretanto, o baixo comparecimento registrado durante a assembleia evidencia uma realidade preocupante: a falta de participação de grande parte dos produtores nos momentos em que suas opiniões podem ser efetivamente ouvidas e consideradas. O fortalecimento da representatividade do setor depende do envolvimento dos associados, pois é nas assembleias que são debatidos os desafios, definidas prioridades e construídas as estratégias para a defesa dos interesses da fruticultura catarinense.
É preciso compreender que a transformação da realidade do setor não acontece em grupos de WhatsApp ou nas redes sociais. As mudanças que os produtores tanto reivindicam — como preços mais justos para a maçã, redução da carga tributária, manutenção de subsídios, acesso a crédito, diminuição dos custos de produção e melhores condições para o custeio agrícola — dependem de organização, participação e representatividade. E isso se constrói por meio das entidades, das assembleias e dos espaços formais de debate e decisão.

Participar das assembleias não deve ser visto apenas como um direito, mas também como um compromisso de quem deseja contribuir para o fortalecimento da categoria. É nesses encontros que são definidas prioridades, construídas pautas e legitimadas as ações da associação perante governos, instituições e lideranças políticas. Quem busca mudanças concretas para o setor precisa estar presente nos momentos em que as decisões são discutidas e encaminhadas.




