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Para realizar o sonho de ser mãe, Barbara tomou 400 injeções “as picadinhas de amor”

Picadinhas do amor e trombofilia: Conheça a histórias de superação de Barbara: Até onde você iria para dar à luz e ter o seu filho nos braços? As mulheres com trombofilia que é uma condição caracterizada pela predisposição de formar coágulos e obstruir vasos – passam por alguns desafios durante a gravidez, pois existe a chance e a esperança de contornar o problema para gerar o tão esperado filho. Para isso, precisam de injeções diárias na região da barriga – que dá o nome de “picadinhas de amor”. Para que Barbara mantivesse a gestação até o final, ela precisou de um medicamento anticoagulante feito de enoxaparina sódica, que afina o sangue para não formar coágulos no corpo. “O coágulo pode fazer a placenta descolar e causaria um aborto”, A medicação é aplicada no corpo por meio de injeções subcutâneas que são aplicadas no abdome (na região em volta do umbigo), no braço ou na face interna da coxa. Elas não são muito doloridas, mas precisam ser ministradas todos os dias. Com acompanhamento de especialistas e tratamento adequado, o esperado é que a mãe e o filho fiquem bem. Para mostrar essa história de superação de Barbara que sempre sonhou ser mãe e durante suas 2 gestações precisou de injeções “de amor” diárias na barriga para manter a gestação: entenda

Barbara Kelly Goncalves Koerig, 31 anos, há 8 anos é casada, e sempre sonhou engravidar, mas não conseguia, então procurou ajuda médica, isto foi uns 5 anos tentando engravidar, fazia vários tratamentos mal sucedidos até que trocou de médico e ele a disse para voltar durante 6 meses a tomar o anticoncepcional para regular sua menstruação, e após isto, começaram um tratamento, pois Barbara tinha um ovário policístico, ai ela seguiu o tratamento e quando fez 4 meses, no dia 12 de junho de 2016 ao final de um culto ela estava conversando quando sentiu uma forte dor de cabeça, colocou as mãos sobre sua cabeça e fechou os olhos, e ao voltar a abrir os olhos não enxergava mais nada, ficou consciente mas não enxergava, a levaram para a emergência, medico a analisou e disse que ela estava muito nervosa, a lhe deu um remédio para a acalmar, que noutro dia estaria melhor que era apenas uma crise de enxaqueca, sendo que nunca aconteceu antes, mas até então tranquilo, voltou para casa, sem conseguir enxergar e ao dormir e acordar o lado esquerdo não conseguia enxergar até que foi para o médico neurologista, fez uma tomografia e nada apareceu, fez a ressonância após uma semana onde mostrou que teve um AVC, e ai o motivo com apenas 28 anos acontecer isto, já que não bebia, não fumava não era obesa, foi investigado através de um neuro, um ginecologista e um hematologista, e após uns 15 dias vieram os exames onde descobriu que tinha a trombofilia, que é uma pré disposição a ter caso de trombose, e a dela foi “cerebral”, então era um dos motivos de Barbara não poder engravidar, então aos poucos começou a cair a ficha e o médico dizia que não engravidava por causa disto e o inimigo numero 1 para quem tem trombofilia quem tem esta pré disposição é o anticoncepcional que é um hormônio e não pode de forma alguma, então ficou explicado porque com 4 meses ela teve o AVC, ai até então ela esqueceu um pouco a ideia de querer engravidar e foi se tratar do problema, para voltar a visão ficou um tempo a se tratar, mas dai passou uns 10 meses ela sentiu vontade de ir ao ginecologista,ai entendi bem sobre a doença e os riscos que ela causava se engravidasse, os tratamentos que teria que fazer foi quando resolveu mudar de ginecologista e foi Dr Dione Arruda, que entende muito sobre estes casos e a lhe deu esperança, aí ele a passou um tratamento, a explicou e deu um tratamento e antes de começar ela já teria que fazer o uso das injeções, todo dia uma picadinha, a dela no caso dela de 40 mg para a sua mutação de trombofilia,, ai começou a pesquisar valores q custa RS$ 50 cada injeção, então teria que usar até o final da gestação todos os dias.

Ai voltaram a pensar em engravidar até que descobriu, no dia que foi a comprar um remédio para voltar a menstruação para iniciar o tratamento que já estava grávida, ai aquele susto, mas feliz e confiou e foi fazer a ultra som e descobriu que já estava de 20 semanas, e já dava para ver um menino, aquele choque e o medo, pois não estava fazendo as injeções, o risco que ela estava tendo, porque quem tem esta doença os riscos são muito altos a pré disposição de várias doenças e o bebê vir a óbito, riscos para a mãe e o bebê, então chegou em seu médico que começou bem rápido o tratamento, começou 20 semanas de picadinhas, fez todas as picadinhas na primeira gestação 170 picadinhas em 20 semanas, deu tudo certo seu bebê nasceu perfeitamente, e ficou se cuidando, para não engravidar novamente, por não poder usar anticoncepcional por causa do problema.

Ai quando estava com seu neném, com 1 ano e 3 meses ela descobriu que estava gravida, ai foi um susto pois seu bebe ainda tão pequeno e os riscos fazer tudo de novo as injeções, e sem contar que da primeira gestação tentou ganhar pelo Sus as injeções, mas não conseguiu teve que comprar todas particular, então todo mês era na faixa de R$: 700 injeção, deu entrada na justiça para ter direito, mas apenas quando seu filho já tinha nascido e estava já com 1 aninho que a justiça liberou as injeções gratuitas, então não adiantava mais, então com a nova gestação, ai conseguiu o recurso gratuito para liberarem as injeções que atrasaram na primeira gestação, todo mês ganhava 30 injeções, agora uma menina que inclusive se apressou em vir ao mundo um mês antes, e no dia que seu primeiro filho fez 2 anos o dia que a bebê ganhou alta e foi para casa. E Barbara ainda após ganhar a bebê continua aplicando as injeções, até os 30 dias após o parto.

Realizada como mãe ela sentiu, e muita gratidão a Deus por sua força, persistência e coragem, venceram!

Chegou com o presente nos braços para seu filho pequeno.

Quando uma mulher descobre que se tornou mãe tudo muda em sua vida, seus costumes, seu tempo, suas prioridades, toma conta de você uma alegria sem fim, ela sente que o maior amor do mundo está ali, que jamais poderia viver sem que esse pequeno ser vivo que habita em você exista, junto vem seus temores, suas angustias e sacrifícios.. mas o sacrifício é uma das formas mais puras para demonstrar amor,dar o melhor dela, dia após dia…

Ela guardou  as “picadinhas do amor” em uma caixa. E, quando as crianças puderem entender, vai contar para eles essa história de fé.

 

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