Cautela: Cobra urutu-cruzeiro é encontrada em pomares em São Joaquim

Perigosa! Urutu-cruzeiro é temida pelo poder do veneno. A preocupação não é à toa: as ocorrências com serpentes do gênero Bothrops representam 90% dos acidentes ofídicos notificados no Brasil.

Na manhã desta quarta-feira, dia 18/12, um morador da invernadinha encontrou uma cobra da espécie urutu-cruzeiro, no pomar de maçã, se enrolou no trator, próximo ao Rio.

O animal media cerca de 1m e 10.

Ao pesquisar sobre a cobra e suas características percebeu se tratar de uma espécie venenosa. 

Sobre a espécie:

Bothrops alternatusconhecido popularmente como urutuurutu-cruzeirocruzeiro e cruzeira[3], é um réptil ofídio da família Viperidae, a mesma da jararacacascavel e surucucu, que ocorre no Sudeste, Centro-Oeste e no Sul do Brasil, como também no UruguaiParaguai e Argentina. É classificada na série solenóglifa, quanto ao tipo de dentição, por ter as presas inoculadoras de veneno varadas por canais para a condução do veneno produzido em glândulas. Seu veneno é o mais tóxico dentre as jararacas, com a exceção da jararaca-ilhoa, três vezes mais peçonhenta.

Características

O alimento preferido da urutu são preás e outros pequenos roedores. Frequentemente encontrada em banhados e brejos, a urutu, que é ovovípara, produz, em cada parto, de 10 a 15 filhotes, que já nascem bem desenvolvidos, embora ainda encerrados em membranas ovulares. A incubação dos ovos processa-se no interior do organismo materno.

Ágil nos botes e muito peçonhenta, a urutu chama a atenção pelo padrão que lhe adorna a pele: manchas em forma de ferradura dispõem-se em sequência sob o fundo castanho-escuro do dorso, enquanto a parte inferior de seu corpo é esbranquiçada ou creme.

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