São Joaquim lidera o mercado imobiliário serrano, concentrando 286 das 603 unidades disponíveis, o equivalente a quase metade da oferta regional. O município também responde por cerca de 63% do Valor Geral de Vendas identificado pelo estudo.
Levantamento aponta 603 unidades disponíveis em quatro municípios; São Joaquim concentra a maior parte dos imóveis e do Valor Geral de Vendas da região.
A Serra Catarinense reúne atualmente 603 unidades imobiliárias distribuídas em 15 empreendimentos residenciais e de segunda moradia, que somam um Valor Geral de Vendas de R$ 392 milhões. Os dados fazem parte do Painel Imobiliário da Região Serrana, elaborado pelo Sinduscon Grande Florianópolis em parceria com a Alphaplan.
Outro destaque é o custo dos imóveis. Enquanto a média da Serra Catarinense é de R$ 663 por metro quadrado, Florianópolis registra valores superiores a R$ 16 mil/m², e São José ultrapassa R$ 11 mil/m², evidenciando a diferença de preços em relação aos principais mercados do litoral catarinense.
Entre os municípios pesquisados, Urubici apresenta o maior preço médio da região, com R$ 930/m², seguida por São Joaquim, com R$ 889/m².
Segundo o presidente do Sinduscon Grande Florianópolis, Carlos Leite, a diferença de preços mostra que o mercado imobiliário da Serra ainda está em fase de amadurecimento e reúne potencial de valorização.
“A Serra Catarinense deixou de ser apenas um destino turístico de inverno para se consolidar como uma alternativa de moradia, lazer e investimento. O mercado ainda é pequeno quando comparado ao litoral, mas os números mostram que existe espaço para crescimento consistente e valorização ao longo dos próximos anos.”
São Joaquim se consolida como o principal polo do mercado imobiliário da Serra Catarinense. É o que aponta o novo Painel Imobiliário da Região Serrana, elaborado pelo Sinduscon Grande Florianópolis em parceria com a Alphaplan.
O levantamento revela que a região movimenta cerca de R$ 392 milhões em empreendimentos imobiliários, distribuídos entre São Joaquim, Urubici, Rancho Queimado e Bom Jardim da Serra. Ao todo, são 603 unidades disponíveis em 15 empreendimentos.
São Joaquim lidera com folga os números do estudo, reunindo 286 unidades disponíveis, quase metade de toda a oferta da Serra, além de concentrar aproximadamente 63% do Valor Geral de Vendas (VGV) da região.
Outro dado que chama atenção é o preço médio dos terrenos. Enquanto na Serra Catarinense o valor médio é de R$ 663 por metro quadrado, cidades do litoral registram preços muito mais elevados. Em Florianópolis, por exemplo, a média supera R$ 16 mil/m², e em São José ultrapassa R$ 11 mil/m².
Entre os municípios serranos, Urubici apresenta o maior valor médio por metro quadrado, com R$ 930/m², seguida por São Joaquim, com R$ 889/m².
Segundo o presidente do Sinduscon Grande Florianópolis, Carlos Leite, a Serra Catarinense deixou de ser apenas um destino turístico de inverno e vem se consolidando como uma região atrativa para moradia, lazer e investimentos, com potencial de valorização nos próximos anos.
O estudo também analisou o crescimento populacional entre 2010 e 2022. Rancho Queimado registrou aumento de 19%, São Joaquim cresceu 5%, Urubici 1%, enquanto Bom Jardim da Serra apresentou redução no número de habitantes.
Para o Sinduscon, acompanhar esses indicadores permite desenvolver empreendimentos mais alinhados à demanda, fortalecendo o crescimento sustentável do mercado imobiliário na Serra Catarinense.





