Após Elon Musk assumir a gestão do Twitter, a rede social iniciou na sexta-feira (04), o desligamento em massa de funcionários. Segundo apurou o Estadão, as demissões afetaram empregados da companhia no Brasil, mas ainda não é possível determinar o número de demitidos. Por aqui, a empresa mantinha um quadro com cerca de 150 pessoas – todas as áreas da rede no País foram afetadas.
Começaremos o difícil processo de redução de nossa força de trabalho global na sexta-feira”, indicou o Twitter a seus funcionários por e-mail. Segundo o jornal Washington Post, a companhia está demitindo 50% de seus 7.500 empregados.
“Reconhecemos que um certo número de pessoas que fizeram contribuições significativas para o Twitter será afetado, mas essa ação infelizmente é necessária para garantir o sucesso da empresa no futuro”, informou a empresa a sua equipe.
No Brasil, os funcionários sofreram com a falta de informações enquanto assistiam às demissões no mundo. A companhia não formalizou os desligamentos no País, mas funcionários estão sem acesso a sistemas internos e ao computador corporativo. “Estamos em um limbo”, afirmou um profissional ao Estadão. Outro chamou o processo de “tortura”.No Brasil, os funcionários sofreram com a falta de informações enquanto assistiam às demissões no mundo. A companhia não formalizou os desligamentos no País, mas funcionários estão sem acesso a sistemas internos e ao computador corporativo. “Estamos em um limbo”, afirmou um profissional ao Estadão. Outro chamou o processo de “tortura”.