Defesa Civil alerta para risco de inundações e tornados no Rio Grande do Sul com avanço de ciclone e frente fria

A Defesa Civil do Rio Grande do Sul emitiu um alerta para risco de inundações e tornados na região entre este domingo (26) e quarta-feira (29). A previsão indica a atuação de um ciclone extratropical associado a uma frente fria, favorecendo temporais com chuva intensa, rajadas de vento, granizo e volumes elevados de precipitação em diferentes regiões do estado.

Segundo o órgão, os maiores acumulados podem ultrapassar 100 milímetros em apenas 12 horas e chegar a 200 milímetros em 48 horas, aumentando o risco de alagamentos, transbordamento de rios e outros transtornos hidrológicos.

De acordo com a Defesa Civil, as áreas com maior potencial para registrar fenômenos severos entre segunda-feira (27) e terça-feira (28) incluem o Oeste, Missões, Campanha, Centro, Sul, Costa Doce, Região Metropolitana de Porto Alegre, Vales, Serra e Litoral. Além das chuvas intensas, essas localidades poderão registrar rajadas de vento superiores a 90 km/h, queda de granizo e, em pontos isolados, condições favoráveis à formação de tornados.

A previsão aponta que os maiores volumes de chuva devem se concentrar em um curto intervalo de tempo, elevando o risco de alagamentos, enxurradas e inundações. Segundo a Defesa Civil, os acumulados podem ultrapassar 100 mm em 12 horas e alcançar 200 mm em até 48 horas, cenário que mantém todo o estado sob monitoramento para ocorrências hidrológicas.

O alerta ocorre em um momento em que diversas regiões gaúchas ainda enfrentam os impactos das chuvas registradas nas últimas semanas, com rios elevados e áreas já afetadas por alagamentos.

Defesa Civil orienta população a redobrar os cuidados


Diante da previsão de tempo severo, a Defesa Civil recomenda que a população acompanhe os avisos meteorológicos e permaneça em locais seguros durante as tempestades.

O órgão também orienta moradores de áreas com risco de alagamentos ou deslizamentos a seguirem os planos de contingência municipais e, caso seja necessária uma evacuação, priorizarem a segurança das pessoas e dos animais.

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