O brasileiro maior de idade já pode apostar em plataformas e aplicativos autorizados no Brasil. Cabe destacar que essa atividade deve ser encarada como um entretenimento, jamais como um investimento ou uma forma garantida de ganhar dinheiro. A partir desses conceitos ligados ao jogo responsável, o CFO da Cactus Gaming, Thiago Garrides, revelou alguns detalhes importantes sobre o perfil atual do apostador nacional.
O Chief Financial Officer da empresa líder em tecnologia iGaming afirmou que 12% da população adulta do país aposta de maneira ativa, bem como destacou a participação feminina. “Hoje, 12% da população adulta aposta ativamente, e o público feminino já representa quase 30% desse universo. A maior parte tem entre 18 e 39 anos, é altamente conectada e faz apostas de baixo valor — cerca de R$ 50 por mês em média”, afirmou.
Garrides também detalhou que existe um perfil que já entende a aposta como uma forma de divertimento e prioriza transparência e agilidade nas casas de apostas utilizadas. “É um público exigente, que valoriza a segurança e a experiência digital — o que tem impulsionado a modernização tecnológica de todo o setor”, salientou.
A relação das empresas autorizadas no Brasil com o jogo responsável
Vale salientar que a legislação brasileira exige que as empresas licenciadas propaguem o jogo responsável e ofereçam mecanismos de controle aos seus usuários. Nesse sentido, Thiago Garrides destacou que é uma preocupação legítima do segmento e, que o próprio regulatório já trata disso.
“Hoje, todas as operadoras licenciadas precisam oferecer ferramentas de autolimite, autoexclusão e monitoramento de padrões de uso. Além disso, campanhas de comunicação e parcerias com órgãos como a SPA (Secretaria de Prêmios e Apostas) têm reforçado práticas de jogo responsável e educação do consumidor”, destacou.
Por fim, Garrides voltou a reforçar o caráter recreativo do jogo para o público maior de idade. “É importante que o apostador entenda que o jogo é entretenimento, não investimento. As empresas sérias do setor — inclusive as que operam com tecnologia brasileira, como a Cactus — seguem essas diretrizes à risca”, finalizou o executivo.


