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Curso superior de Tecnologia em Viticultura e Enologia de Urupema é conceito 4, segundo MEC

Após dois dias (30 e 31 de agosto, passados) com visita in loco no Câmpus Urupema, o curso superior de Tecnologia em Viticultura e Enologia foi avaliado pela Comissão Nacional de Avaliação da Educação Superior (Conaes) do MEC com conceito 4. A nota máxima é 5. “O conceito é na verdade uma soma de fatores, como o empenho do IFSC, da equipe de gestão do Câmpus, dos professores que atuam diretamente no curso, dos técnico-administrativos que dão suporte, e em especial, aos alunos, que optam por um curso desafiador e fazem dele sua motivação para uma expectativa de vida e de atuação profissional melhor. Todos os envolvidos estão de parabéns!”, destaca a coordenadora do curso Superior de Tecnologia em Viticultura e Enologia, Carolina Pretto Panceri. Essa foi a primeira avaliação realizada e refere-se ao reconhecimento do curso.

A avaliação aconteceu sobre as três dimensões previstas: organização didático-pedagógica, que recebeu o conceito 4,31; corpo docente e tutorial, que obteve nota 4,40; e a dimensão de infraestrutura, com conceito 4,22. “Com infraestrutura e recursos humanos, a equipe de gestão do Câmpus Urupema não mediu esforços em ofertar um curso que atendesse a demanda da região em que está inserido”, afirma Carolina, que enaltece também a atuação dos professores, envolvidos diretamente no curso: “…proporcionam experiências de aprendizado de excelência, muito além da sala de aula, mas também atuando em pesquisa científica e atividades de extensão que garantem ao egresso uma bagagem de conhecimento que o permite chegar ao mercado de trabalho com confiança para atuar”. Para ela, a responsabilidade pelo conceito 4 também é dos alunos à medida que o curso reconsidera suas estratégias e evolui a partir das demandas e solicitações desse grupo.

 

Curso

 

O curso, com ingresso via Sisu, formou sua primeira turma no início de 2018. Segundo Carolina, no momento, os formandos estão todos empregados em vinícolas do estado catarinense – São Joaquim e Água Doce. “Podemos destacar que além das disciplinas técnicas na área de Viticultura e Enologia temos unidades curriculares no eixo de agronegócio, que proporcionam ao aluno ferramentas para gerir e principalmente inovar e empreender no setor. Outro destaque são para as disciplinas que visam o desenvolvimento da Vitivinicultura de forma sustentável, como Ecologia, produção agroecológica, e gestão de resíduos agroindustriais”, menciona. Carolina ainda cita a unidade curricular de Harmonização gastronômica e serviço do vinho, que garante um perfil completo para o egresso, desde a produção até o serviço do vinho.

 

Mais

O curso de Tecnologia em Viticultura e Enologia tem como objetivo formar profissionais capacitados para atuarem na produção vitivinícola e nos diversos setores da indústria de enológica, habilitando o aluno para planejar, gerenciar, implantar e avaliar todas as etapas de produção, desde a escolha das variedades de uva, plantio, colheita, processamento, fermentação, envase, análise sensorial, controle de qualidade e supervisão dos processos de produção e armazenagem, bem como comercialização, até a atividades de ‘sommelier’ ((profissional especializado em bebidas alcoólicas, especialmente vinhos).

Cadeira-simulador de games destaca-se no Sepei

O estande do Câmpus Florianópolis no 7º Seminário de Ensino, Pesquisa, Extensão e Inovação do IFSC – (Sepei 2018) teve um atrativo especial: o trabalho de conclusão de curso em Engenharia Mecatrônica de Gustavo Rachid, de 24 anos. O simulador para games chamou a atenção e movimentou o local durante os três dias do evento.

 

Rachid, com a orientação do professor Maurício Stivanello, foi o responsável pelo projeto mecânico, programação e escolha de componentes. Foram seis meses de projeto, com o objetivo de oferecer mais opções para o mercado gamer brasileiro. “No Brasil, temos apenas duas ou três empresas que vendem este tipo de equipamento. Dependendo da configuração, pode custar entre R$ 10 mil e R$ 30 mil. Consegui chegar num preço a partir de R$ 6 mil”, explica o engenheiro, que montou o protótipo todo com peças encontradas no país.

 

Agora, de acordo com Rachid, faltam resolver pequenos problemas para passar à fase de vendas. “Mas já tenho alguns interessados na compra do equipamento”.

 

Semana do Contestado reúne atividades que valorizam a cultura e a história da região

Resgatar a memória da região, valorizar a história local e democratizar o acesso da população à cultura, ciência e tecnologia, levando entretenimento, informação e conhecimento para a comunidade. Essa é a proposta do projeto “Semana do Contestado: Um Olhar Científico na História de um Povo”, que reunirá diversas atividades em Caçador e nos municípios vizinhos entre os dias 15 e 27 de outubro. Toda a programação será gratuita e aberta ao público.

Segundo o coordenador de Relações Externas do IFSC em Caçador, William Peres, a Semana do Contestado é uma oportunidade para democratizar o acesso à arte, à ciência, à tecnologia e, também, para empoderar as pessoas da região. “Boa parte da população não tem acesso à cultura, noções de ciência e tecnologia, nunca sequer assistiu a uma peça teatral ou visitou algum museu. Por isso organizamos um evento para promover tecnologias regionais, a ciência popular e fomentar possibilidades de melhoria do dia-a-dia dos cidadãos, especialmente os mais carentes”, afirma.

A programação da Semana começa no dia 15, com uma exposição que retratará a memória de Caçador e da região. Do dia 19 até o dia 27 de outubro serão realizadas mostras de vídeo, apresentações culturais, oficinas, homenagens, palestras e mesas-redondas, sempre com acesso gratuito para a população. “Queremos construir a primeira semana acadêmica do Contestado, mas integrada a um viés popular que permita aos participantes tanto o diálogo científico até a descoberta de uma nova fonte de renda, por meio por exemplo de oficinas sobre fabricação de sabão, hortas verticais e produtos artesanais”, destaca Peres. Clique aqui e confira a programação completa.

O projeto “Semana do Contestado: Um Olhar Científico na História de um Povo” é organizado em conjunto pelo Instituto Federal de Santa Catarina (IFSC), pela prefeitura de Caçador e pelo Museu Histórico e Antropológico da Região do Contestado, com recursos do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC) e do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).

 

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