Palmeiras jogará quartas de final do Mundial de Clubes com zaga quase toda reserva
E o mundo, afinal, conheceu o futebol brasileiro por completo. Foi pouco a pouco nesse Mundial. Primeiro, conheceu o amor do brasileiros pelos clubes, um amor (ou loucura, como quiserem) que faz as pessoas gastarem o que têm e o que não têm para acompanhar o time em uma Copa do Mundo. Depois, conheceu a competitividade. Porque isso, nunca ninguém deixou de ser: competitivo. E agora, por fim, conhecem o horror de todas as semanas. Jogo péssimo, lento, cheio de jogador caído no chão e pedidos insuportáveis de marcações de pênaltis.
Dito tudo isso, o Palmeiras foi melhor e mereceu vencer. Minimamente buscou o ataque e exigiu boas defesas de John. Aparentemente, Abel Ferreira também não queria jogo, não. Como explicar a decisão do técnico de tirar Estevão de campo antes da metade do segundo tempo? Apesar da bobagem que falou após a partida contra o Inter Miami, Estevão não parecia “com a cabeça em outro lugar”. Pelo contrário, estava focado e fazendo o jogo acontecer. Quando ele saiu para a entrada de Luighi (!!!), nada mais aconteceu do lado do Palmeiras.





