Além do anúncio da terceira dose no país a partir de 15 de setembro, o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, confirmou, na terça-feira (24), a redução do intervalo entre a primeira e segunda dose da Pfizer e da AstraZeneca de 12 para 8 semanas e ainda autorizou o uso de doses diferentes no caso de falta de vacina.
“Vamos trazer para o intervalo de 8 semana. Temos uma quantidade boa de Pfizer e AstraZeneca, mas, se tivermos algum problema com a Astrazeneca, pode ser 12 semanas. Só se tiver um problema, a partir da 12ª semana pode ser usada uma vacina heteróloga, no caso da Pfizer”, afirmou o ministro.


