O que acontece e aonde vamos? – Por Henrique Córdova

Li um pequeno e precioso texto de Joana Edi Figueiredo dos Santos, no qual ela denuncia ações e omissões dos Poderes Judiciário (STF) e Legislativo (Câmara dos Deputados e Senado Federal), com o apoio de uma mídia frustrada, destinadas a defenestrar da Presidência da República Jair Bolsonaro, legitimamente eleito pela grande maioria do povo brasileiro à Suprema Magistratura Nacional.

A denúncia merece atenção, ante manifestações reiteradas dos presidentes da Câmara dos Deputados e do Senado Federal, bem como diante de decisões, algumas estapafúrdias, do STF dominado por petistas irredimíveis, como Toffoli, Levandowski e outros com pronunciamentos e votos menos ostensivos politicamente, mas que tendem a derruir, paulatinamente, os alicerces da operação “Lava-Jato”.

As ações e omissões do Legislativo, verbalizadas pelos presidentes das Casas que o compõem e repercutidas pela mídia comprometida com a corrupção pretérita da qual foi beneficiária, não deixam dúvidas quanto à intenção de paralisar e desmoralizar o Chefe do Poder Executivo e, assim, inviabilizar o governo democraticamente eleito.

A ninguém restam dúvidas sobre esta triste e perigosa realidade, que a continuar com sua dinâmica e seus desdobramentos nos levará a uma disrupção da ordem constitucional, com consequências dramáticas. Em face de tais circunstâncias e de sua formação, não é desavisado o comportamento preventivo de Bolsonaro ao cercar-se de militares experientes e de alta patente em postos ministeriais importantes em sua “cidadela” palaciana.

À mingua de apoio institucional do Congresso e diante de um Judiciário tendencioso, ao Presidente resta a sustentação proporcionada pelas Forças Armadas no exercício de suas funções constitucionais, entre elas a de assegurar o funcionamento harmônico dos Poderes do Estado. Este cenário é tido como preocupante pelos responsáveis por ele, segundo manifestações do próprio Presidente da Câmara dos Deputados, que usa viseiras e é vassalo da mídia corrupta; é realçado através atitudes do Presidente do Congresso (conversas com Lula, o maior ladrão do povo brasileiro em toda a sua história política), que se deslumbra com suas voz e pose; é corroborado pelos comportamento e decisões intoleráveis do STF, que protege os saqueadores do Erário e anunciado pelo trabalho intenso e permanente de uma mídia corrupta, ignorante, antipatriótica e falsa.

Todavia, não são só os atores políticos mencionados que se preocupam com os fatos por eles mesmos criados, pois não é de esperar-se eterna passividade de um Presidente a cada dia mais emparedado e apedrejado. Os últimos pronunciamentos de Bolsonaro contra a mídia, principalmente a representada pela “Globo”, mostram que ele alcançou o limite da tolerância e começa a reagir, como deve e como querem os que o elegeram. E o elegeram para fazer exatamente o que ele está fazendo, ou seja, estancar a hemorragia do Erário via corrupção generalizada dos Poderes e mudar os costumes políticos em nosso País.

Essa tarefa não é fácil e demanda muita coragem, embora necessária. Todos sabemos que os velhos costumes obstruem as vias de introdução de novos, como está acontecendo agora, entre nós. Por tudo isso, as mudanças imprescindíveis no comportamento dos políticos brasileiros exigem amplo e reiterado apoio das ruas em “plebiscitos” informais, mas educativos. Aqui, repito a recomendação dos experiente e sábio político catarinense, Paulo K. Bornhausen, que preconiza a atuação direta do povo em apoio ao Executivo Federal e na exigência de correção de rumos aos outros Poderes.

Por que?

Porque tudo o que vemos pode ser sintetizado em uma única palavra:
D I N H E I R O.

Bolsonaro foi eleito para impedir que o dinheiro do povo fosse roubado por uma minoria corrupta e sem fronteiras éticas. E esta não se conforma em viver à distância do Erário. Agora mesmo, às vésperas de uma eleição municipal, o Congresso quer apropriar-se de R$ 30.000.000.000,00 (Trinta bilhões de Reais) que, em seu favor e sem precedentes, foram consignados no Orçamento Federal… Essa é uma forma sibilina e imoral de manter a corrupção e roubar do povo, após a eliminação do famigerado “ toma lá dá cá” que presidiu, por muito tempo, as relações entre os Poderes Executivo e Legislativo. E, por ironia, houve debate e tintas de repulsa à destinação de R$ 2.000.000.000,00 (Dois bilhões de Reais) do Erário aos partidos políticos…

Cabem as perguntas:

  • O que fará o Congresso com os 30 bilhões, se suas funções constitucionais são as de legislar e, principalmente, fiscalizar a execução do Orçamento que aprova?
  • Desde quando se pode atribuir ao Legislativo funções de exclusiva competência do Executivo?
  • Porque a mídia não comenta e condena tamanha aberração?
  • Está preocupada somente em pinçar palavras inadequadas do Presidente, proferidas em seus pronunciamentos informais, e desprezar temas que realmente interessam à sociedade?
  • É para isso que ela existe e exige respeito?

  • Estão, todos, esquecidos de que Bolsonaro é um homem simples do povo, espontâneo e que se tornou Presidente da República através de eleições limpas, POR SER O QUE É E PARA FAZER O QUE FAZ?

Não, todos lembram e sabem, e bem, de tudo… A inconformidade geral dos beneficiários indevidos dos recursos públicos decorre da defesa intransigente do Erário praticada por Bolsonaro, com o combate, sem tréguas, à corrupção que destruiu o Brasil.
Hoje, em nosso grande País, os que falam em preservação da democracia são os que, inconformados com sua real vivência e seus bons
resultados, querem mata-la… Por DINHEIRO.

São os eternos fariseus, que não desaparecem da história dos povos e que vestem todos os modelos de roupas… Inclusive togas e batinas de todas as cores.

1 COMENTÁRIO

  1. Nada mais verdadeira a análise daquele, que foi, e sempre será nosso maior representante político da história. Exceto se surgir um, que consiga galgar os postos que Henrique Córdova chegou. Diria que é quase impossível tal tarefa. Senão por milagre, como este não existe,
    Parabéns Dr. Henrique.

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