A palavra e a ação – Por Henrique Córdova

Brasília (DF), 28/08/19. Visita do presidente do Chile, Sebastian Piñera, ao presidente Jair Bolsonaro - Palácio da Alvorada. Foto: Rafaela Felicciano/Metrópoles

Jair Bolsonaro é um político original: sabe como falar com o povo, como chamar a atenção de, e ocupar, uma mídia pobre e tendenciosa; sabe, muito mais do que muitos querem entender ou não entendem, sobre a realidade política, econômica e social brasileira e como muda-la.

Montou um Ministério capaz de realizar o seu programa de governo, deu-lhe meios e liberdade de ação; extinguiu o relacionamento promíscuo entre os poderes do Estado, em benefício de todos os três; segue fazendo o que sabe e permitindo que os que escolheu para governar, governem.

Como todos os seus auxiliares, inclusive e principalmente os Ministros, executam uma política em seu nome, não admite estrelismos, que projetem sombras sobre o seu protagonismo de tendências exclusivistas. Não vou projetar valores sobre este cenário. Observo, apenas, que todos, no governo, absorveram rapidamente, como se devem comportar em cada “quadradinho” de atuação, nos limites concedidos e obedecidas as relações entre os órgãos de um mesmo corpo.

O resultado tem sido expressivo e animador. A inflação está controlada em patamar aceitável e abaixo da meta estabelecida pelo Banco Central, a taxa de juros ganhando contornos civilizados, a economia assentando-se em bases para desenvolver-se solidamente, o emprego começando a surgir, o déficit orçamentário a diminuir, os investimentos e as reformas necessárias a acontecerem e o círculo virtuoso do progresso começando a desenhar-se.

Como é auspicioso vermos o capital especulativo e espoliativo externo evadir-se apressadamente do País. Bastou reduzir-se a inflação, que justificava a cobrança escorchante de juros pelos bancos empanturrados com os resultados do trabalho dos brasileiros, para que o capital passasse a ser investido na produção de bens e serviços, com geração de mais empregos. Estancou-se, assim, uma sangria no organismo debilitado e anêmico da economia nacional resultante da permanência de divisas especulativas no mundo financeiro do País. Os lucros tomaram o seu legítimo destino: “o investimento do futuro” (Peter Drucker). Tudo como consequência do eficiente trabalho da equipe montada e conduzida por Paulo Guedes.

A criminalidade está, felizmente, em franco declínio e a segurança pública aumentando a eficiência, graças à política e ao trabalho do recatado Ministro Sérgio Moro, que, inteligente, assimila, imperturbável, o jogo bruto natural de seu Chefe. É o interesse comum prevalecendo sobre veleidades pessoais… Enquanto isso, a mídia brasileira, salvo poucas exceções, à míngua de recursos públicos, prossegue prisioneira do falatório intencional e calculado – para tanto – do Presidente nacionalista, religioso, disciplinado e incorruptível…

É, ainda, importante realçarmos a grande conquista do Presidente falastrão, mas honrado e probo – a quebra do perverso e deletério sistema de apropriação privada ilegítima dos recursos públicos, que a esquerda corrupta e rapace instituiu no Brasil e que o desestruturou. A recuperação, que só começa, será demorada e dura, mas virá. Estou certo. Sem embargo da obstrução causada por um Supremo Tribunal Federal, presidido por um ex-advogado do PT, que exorbita suas funções e quer governar o Brasil; sem embargo de um legislativo presidido por medíocres e ressentidos escravos de uma mídia mendicante insatisfeita.

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